Posts Tagged ‘Rubinho Barrichello’

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Rapidinha Nem 1e99! (3)

terça-feira, 30 junho, 2009
Rapidinha é com o galo!

Rapidinha é com o galo!

  • Segundo o jornal “AS”, Fernando Alonso está muito perto de acertar sua transferência para a Ferrari. Ainda segundo o jornal, a escuderia não escolheu no se Alonso entraria no lugar de Felipe Massa ou Kimi Raikkonen. De qualquer maneira, acredito que se confirmar o boato, Alonso será o piloto número 1 da Ferrari.
  • Pelo visto o astro pop Michael Jackson não perdoou o pai pelas “chicotadas” da infância. Segundo o Wall Street Journal, no testamento feito por MJ, em 2002, seu pai não está entre os herdeiros. Haja gratidão;
  • A “fera” Rubens Barrichello, o eterno número 2, prometeu que irá homenagear Michael Jackson no pódio. O piloto afirmou que irá dançar moonwalk no pódio do próximo grande prêmio, na Alemanha. Esse é o Rubinho, sempre querendo “andar para trás”;
  • Após a queda de outro avião, desta vez o Airbus 310 com 153 pessoas a bordo, que caiu próximo às Ilhas Comores, as autoridades aeroportuárias confirmaram que uma garota de 14 anos foi retirada viva do Oceano Índico. “Cá entre nós”, quem sobrevive a um acidente aéreo só pode ter sete vidas;
  • E nada do Palmeiras contratar seu novo treinador. Dizem que o sonho era Muricy Ramalho ou Abel Braga. Mas a realidade é Dorival Júnior, Silas e o ex-lateral paraguaio Arce. De todos, Abelão é o que mais me agrada.

Por hoje é isso…

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Eterno número 2

quarta-feira, 29 abril, 2009
Choooora, fiote!

Choooora, fiote!

Todos nesta vida buscamos ser o número 1 em alguma coisa. Ser o melhor do futebol, da peteca, nas escolas, em história, biologia, entre os jogadores de alguma coisa ou até mesmo no cuspe a distância. Uma hora você tem que subir no degrau mais alto do pódio. É óbvio que tudo depende do referencial. Você pode ser o melhor jogador de truco da sua rua, e não ser nem o décimo do bairro. Enfim, em algum momento, temos que sentir o doce gosto de ser o número 1, o campeão.

 

Em compensação, alguns não têm muita vontade de ser campeão em nada. Ou até tem vontade, mas não conseguem. Um exemplo claro de quem nunca consegue ser o número 1 é o tal do Rubens Barrichello. O cara sempre foi o segundo melhor piloto de quase (o quase é porque não estou levando em conta a época de garoto) todas as equipes na qual trabalhou. E assim foi a vida inteira. E, para variar, sempre coloca a culpa em alguma coisa. Pô, isso é irritante, Rubinho!

 

Antes a culpa era da Ferrari, e não do alemão simplesmente espetacular. Agora a culpa é de quem?! Do Nelsinho Piquet?  Quando foi anunciado que ele seria companheiro de equipe de Jenson Button, na Brawn, pensei logo que ele seria o número 1 da equipe. Pelo visto até era, mas como os primeiros resultados da competição já está ficando nítido que ele será novamente o número 2 da equipe. Santa paciência, Rubinho! Ajuda aí, meu! Vê se ganha de alguém para eu escrever que você vale R$1,99. Enquanto isso,  o esportista Rubens Barrichello não vale Nem R$1,99! Fraco, mas fraco mesmo!

 

Obs.: tenho um irmão que tanto amo (o único, na verdade), que é fã do tal do Rubinho. Meu pai e eu o chamamos – em dia de corrida, de assessor de Rubens, de tanto que ele é fã.Quando ele ver que o texto é contra seu “pupilo” vai dar “pau”. É esperar…

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Palavra do especialista: Deu zebra em Monza

domingo, 14 setembro, 2008

Por: Alexandre Henrique Reis Almeida

Chegamos a Monza, essa corrida foi linda, com muitas ultrapassagens e com alguns pegas, mas nada se compara a todas que o Lewis fez. O cara que eu não sou nada fã correu demais, fez inúmeras ultrapassagens durante toda corrida, lutou demais contra todos, foi exagerado ao extremo nas ultrapassagens em Alonso (Renault) e em Mark Webber (RBR – Red Bull Racer).

Lewis e Raikkonen largaram em 15° e 14° respectivamente devido à chuva tê-los pego de surpresa ontem durante treino classificatório. Felipe largou em 6° com sua Ferrari sem chances de melhorar devido dificuldades em esquentar seus pneus.

O Felipe Massa foi político, em duas ocasiões em ultrapassagens limpas que ele fez, com a eminência de tomar uma penalização por ter usado um pouco mais da zebra no primeiro caso contra Nico Rosberg (Willians) e ter de sair do traçado na 2° perna da 1° chicane da corrida quando enfrentava Nick Heidfeld (BMW). Contra Rosberg após devolver a posição ao seu oponente ele conseguiu superá-lo na volta seguinte, já contra Heidfeld, não teve novas chances.

Kimi Raikkonen não demonstrava a que veio. Não ofereceu o mínimo risco quando o Hamilton o atacou, não mostrou ser companheiro de Massa assim como o brasileiro o fez na corrida de Interlagos no ano passado dando a ele o título mundial de 2007. Claro que ele não era obrigado a fazer isso, e ele também não agüentaria segurar o Lewis porque Lewis vinha muito rápido e forte, mas nem esboçou reação. Usando as palavras do Hamilton, foi covarde mesmo, sem meias palavras (o inglês usou outras palavras, mas quis dizer isso sobre o finlandês depois da corrida da semana passada na Bélgica onde eles se enrolaram nas últimas voltas culminando em punição para Hamilton).

Nelsinho terminou em 10° lugar enquanto seu companheiro Alonso terminou em 4°.

Rubinho terminou em 17° depois de andar até em 7°, mas teve de ir para os boxes e voltou lá prá trás.

A corrida findou com o surpreendente Sebastian Vettel a vencendo, com sua surpreendente Super Toro Rosso (STR). Heiki Kovalainen com sua Mclaren não ameaçou em nenhum momento o Vettel. Em seguida chegou o Kubica da BMW. Massa terminou em 6° e Hamilton em 7°. Kimi terminou em 9°.

O campeonato ficou com diferença de somente 1 ponto entre Hamilton e Massa, 78 e 77 respectivamente. Kubica agora tem 64 pontos em terceiro colocado geral.

Então nos encontramos em Cingapura daqui a 2 semanas, espero que desta vez consigamos sair líderes do campeonato com o Massa. Repito, seremos campeões, pelo menos estou torcendo muito para o Massa.

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Palavra do especialista: Só faltou o Rubinho

segunda-feira, 21 julho, 2008

Então, amigo leitor, sempre gostei muito de fórmula 1, mas dentro da minha própria família tenho um irmão que sabe tudo do assunto. Tirando que ele torce e ainda acredita em Rubens Barrichello, ele sabe discutir muito sobre do assunto. Até entendo que ele seja fã do Rubinho, inclusive eu comento que ele só pode ser o assessor do tal brasileiro que ainda insiste em correr pela fórmula 1, mas… Bom, deixa a “lengalenga” para lá e vamos ao que interessa.

Em respeito a você, amigo leitor, o meu irmão, Alexandre, é o novo colunista do meu blog. A partir de agora ele irá falar sobre automobilismo e, sendo assim, criei uma coluna especial para ele. Trata-se da “Palavra do Especialista”. Vale lembrar que ele não é jornalista, heim?! Ele é um administrador que ama automobilismo. Para começar ele escreveu sobre o GP da Alemanha. Confira:

Dois brasileiros deixam suas marcas na Alemanha
Por Alexandre Henrique Reis Almeida

A GP da Alemanha foi sem emoção nenhuma até o acidente do alemão Timo Glock que, apesar de não ter sofrido nenhuma lesão grave, sem querer colocou um tempero na corrida. Antes deste tempero tínhamos Lewis Hamilton em primeiro, seguido por Massa e Kovalainen, sendo que ambos já haviam feito o seu primeiro pit stop e encaminhavam para a segunda parada da mesma forma e sem alterar suas posições.

A corrida estava teoricamente decididas a favor de Hamilton, que só não liderou de ponta a ponta por conta de um erro tático da McLaren. Em compensação Hamilton tinha o melhor carro da corrida e foi muito bem, conquistando duas vagas- sobre Massa e sobre Nelsinho, até chegar ao topo do pódio. Haja vista que o Heikki Kovalainen companheiro de equipe de Hamilton encostou o carro para ele passar quando eles estavam em terceiro e quarto respectivamente.

Massa foi do jeito que dava e ganhou o que dava, foi médio, faltou o espetáculo, talvez por conta do não desenvolvimento do carro que não é mais o favorito ao título. Tentou de tudo o que pode, em seu 1° pit trocando os pneus duros por moles pra correr no 2° stint e tentar tirar a supremacia de Lewis, não adiantou. No fim da corrida começou a ter problemas com freios que tiraram de vez a possibilidade de brigar com o Hamilton. Ele não conseguia nem sequer aproximar de Nelsinho.

Já o brasileiro Rubinho Barrichello estava bem devido sua tática (salvo sempre as limitações de seu carro), faria somente um pit e já havia até feito, seguia bem na corrida, atacando e seguindo para uma boa posição segundo o que seu carro lhe proporcionara. Havia acabado de aplicar um “X” em seu companheiro Jenson Button no retorno de seu pit e vinha pra cima do “lambão” David Coulthard, o cara que está atrapalhando a todos nas corridas. Não foi diferente, o Rubinho atacou por dentro em uma tomada de duas curvas sendo a primeira à esquerda e em seguida a direita, e o David não tomou conhecimento de que estava sendo atacado e fechou a porta, porta-malas e tudo que ele não tinha direito e ainda assim o fez. Eles não chegaram à segunda perna desta tomada, David bateu em Rubinho causando assim a quebra do bico da Honda do brasileiro até ele abandonar.

Destaque para a sorte de Nelsinho que parou no momento exato em que Glock mudava a história desta corrida. Nelsinho vinha bem na prova dentro de suas limitações e faria somente um pit, a exemplo de Rubinho. Mas após entrada do Safety Car, ele chegou a liderar a corrida, chegou a abrir tempo em cima de Massa e sua fraca Ferrari. Estava colocando tempo em cima do até então líder do campeonato. Não agüentou Hamilton e terminou em segundo para alegria de seu pai e de todos os brasileiros. Foi bom ter visto o mundo criticado o brasileiro e vê-lo dar a volta por cima. E que volta! Neldinho terminou à frente de Alonso (este terminou em 11°) que rodou, perdeu posições em pista e tudo mais.

Resumindo, corrida meio emocionante com resultado bom para Brasil, mas não em particular para Massa e Rubens.

Massa largou em 2° lugar e chegou em 3°. Nelson largou em 17° e chegou em 2° (com ajuda da sorte e de seu talento) e Rubinho largou em 18° e nesta posição ficou após ter sido tirado da corrida.

Detalhe: desde 1991 na Bélgica não tínhamos dois brasileiros no pódio, foi bom rever isso. Nesta época Senna foi o 1° e Piquet (pai) em 3°.

Sorte está se mostrando um ingrediente muito forte nas últimas temporadas pós aposentadoria do Schumi. Massa não a teve sorte nas duas últimas provas. Na última, Rubens teve e ficou brilhantemente em 3° e a bola da vez desta corrida foi o Nelson. Claro que sem habilidade e talento, essa sorte não serviria de nada.

Então é isso, sorte para nossos brasileiros que são muito competentes e não me deixa dúvida que Massa será o campeão desta temporada, porque Lewis é piloto de simulador, não agüenta pressão.

O campeonato está com Lewis em 1° com 58 pontos, Massa em 2° com 54 e Raikkonen com 51 em 3°.

Força Brasil, nos faça encher de orgulho de novo.

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O camisa 10 do domingo: Rubinho Barrichello

segunda-feira, 7 julho, 2008

Não, não sou nem um pouco fã. Apenas admiro como um cara bacana, educado, etc, etc, etc… Mas como piloto, meu Deus… Contrariando meu irmão, que ama o tal do Rubinho Barrichello, eu tenho pânico.

Mas esse domingo ele foi o personagem do domingo, ou melhor, o camisa 10 do domingo.

O piloto, que não subia nos pódios da Fórmula 1 há “trocentas” corridas (três anos), conseguiu a ótima marca de terceiro colocado em Silverstone.

Vale lembrar que o “bom” Barrichello conseguiu uma ótima marca pilotando a “péssima” Honda.

Tudo bem que a corrida foi atípica, mas ele foi bem demais.

Adjetivo pouco é bobagem! 😉