Posts Tagged ‘Política’

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A falta que faz uma agenda

quinta-feira, 20 agosto, 2009

agendaPor Júlio Vasconcelos, do blog Geogente

Todos os dias, na minha rotina de trabalho, logo no primeiro momento, abro minha agenda no correio eletrônico e verifico minhas atividades diárias. Isto se chama planejamento do tempo e é um requisito básico e fundamental para que qualquer ocupante de cargo de gestão que se preze possa administrar. Pelo que parece, a Ex-Secretária Executiva da Receita Federal Lina Vieira nunca se preocupou com isto ou faltou à aula no dia em que esta disciplina foi ministrada .

O próprio Presidente Lula, embora numa manifestação não recomendada, disse a respeito do tão divulgado conflito com a Ministra Dilma Roussef: “É só mostrar a agenda”. Apesar de muito convincente no seu depoimento no Congresso e de tudo indicar que está realmente dizendo a verdade, o fato é de se assustar: uma executiva de tão alto escalão, com quase 30 anos de experiência não tem uma agenda nem que seja de bolso que não vale nem R$1,99 e ainda pior, não tem absolutamente nenhum registro sobre uma reunião com uma persona tão importante quanto uma Ministra de Estado?

E ainda mais, não teve o bom senso de comunicar na ocasião ao seu superior imediato, o Ministro Mantega, a ocorrência de tão importante e delicado fato? Fiel retrato da incompetência no modo de administrar o tempo dos nossos executivos públicos e privados ou um mero caso isolado? Na minha longa experiência dentro das organizações, tenho visto um monte de executivos correndo exasperados de um lado para o outro, quase sempre sem saber onde chegar! Vale a pena pensar…

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Entre o Trapalhão e a Melão

segunda-feira, 3 agosto, 2009
Fruta na política?

Fruta na política?

Por Júlio Vasconcelos, do blog Geogente.

Precisamos urgentemente deflagrar uma campanha sistemática e massiva de conscientização para ensinar o povo brasileiro a votar. Já não basta mais ficar se martirizando e criticando as maracutaias dos donos das capitanias hereditárias do Congresso.

Precisamos fechar a fábrica de escroques que se assentam de maneira despudorada e despreparada nos tronos do poder explorando a inocência do povo através do voto popular. A mídia vem divulgando que um trapalhão e uma mulher melão pretendem se candidatar.

dedeEle é o Dedé, um trapalhão sem graça que fez sucesso às custas dos outros três colegas famosos e ela é Renata Frisson, uma morena roliça e troncuda de 21 anos que fez sucesso balançando as redondices e protuberâncias exarcebadas em bailes funks do Rio de Janeiro. Dizem que ele quer chegar à Câmara  ou ao Senado e ela à Assembléia Legislativa do Estado.

Precisamos alertar nosso povo. Não podemos permitir que mais trapalhões venham transformar em palhaçada a já intitulada “casa dos horres” da política brasileira, que já não vale nem R$1,99! Ele que continue com suas trapalhadas sem graça para a meninada e ela rebolando o volumoso “créu” para o frisson da moçada da baixada.

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Em nome da grana e do sucesso, abraça-se até o capeta

segunda-feira, 20 julho, 2009

unePor Júlio Vasconcelos – do blog Geogente

Já entendi por que  a Presidente da UNE, Lúcia Stumpf e a sua trupe não se manifestaram sobre os elogios tecidos pelo Presidente Lulla a respeito do Collor, seguido de abraços sorridentes entre ambos em um palanque nas Alagoas. O negócio é que o Presidente Lulla tem sido muito generoso com o caixa da UNE em 2009. Foram R$2,49 milhões embolsados pela entidade! É muita grana!

A antes tão combativa entidade, que liderou os cara-pintadas para a derrubada do Collor calou-se perante os cifrões e não é de hoje que está muda. Calou-se diante da roubalheira do mensalão, calou-se  diante dos escândalos envolvendo o Sarney e pasmem, chegou a defender o safado do Calheiros no episódio da troca de benesses com uma empreiteira para sustentar a ex-namorada, engravidada por “descuido”. 

Em nome da grana e do sucesso, abraça-se até o capeta; pelo que parece este é o ditado que a entidade e o Presidente vem colocando em prática. Do jeito que está, apesar de embolsar milhões, a UNE não está valendo nem R$1,99!

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“Quem tem medo do lobo mal”?

quarta-feira, 18 março, 2009


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Que coisa engraçada… O polêmico deputado Clodovil Hernandes era tido como um maluco, desbocado e sem educação. Após “virar purpurina”, agora é herói, líder e até gênio. Engraçado como o povo tem medo de falar mal de uma pessoa que “bateu às botas”. Sempre o achei muito mal educado, estranho e com algumas atitudes que beirava o ridículo, como foi a uma declaração há alguns anos.

Segundo Clodovil, ele poderia ser chamado de Clô pelos amigos, Vil para os inimigos, e Do “para” todos. De boa, Clodovil sempre foi um “mala sem alça”, não vai ser agora que ele faleceu que irá virar “boa” gente. Inclusive o próprio Clodovil já tinha dito que se considerava uma pessoa “custosa”.

Respeito à dor de quem tem algum afeto por ele, as quase 500 mil pessoas que votaram nele para deputado, mas acho que o povão fala tão bem dele após a morte justamente com medo do difunto puxar o pé (ou outra coisa) na calada da noite. Respeitar a memória é importante e educado. Virar fã após a morte é oportunismo ou vontade de aparecer.

Na minha casa eu sempre digo: quando eu morrer, não quero festa muito menos gente que nunca tive relacionamento chorando ao meu lado, heim?! (rsss).

E vamos que vamos e que Deus o tenha!

Luiz Augusto Reis Almeida
Ps.: Depois dessa, quero ver o que se o Pânico vai zoar o “difunto”.

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Crise econômica em outras palavras

quarta-feira, 15 outubro, 2008

VEJA COMO É FÁCIL ENTENDER A CRISE MUNDIAL DESSE ANO.

 

Tradução da crise do subprime.

 

É assim ó:

 

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça “na

caderneta” aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos

desempregados.

 

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da

dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo

crédito).

 

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de

emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um

ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o

pindura dos pinguços como garantia.

 

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do

banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro

acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

 

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e

conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F,cujo lastro

inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ).

 

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com

fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

 

Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para

pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifú.

 

Se todos os clientes caloteiros do Seu Biu resolvessem pagar suas dívidas,

a soma total seria de R$ 470,32 , mas o Banco Central vai ter que injetar no

mercado algo em torno de R$ 423.525.183,21 para salvar alguns fundos

 de investimentos que não possuem capital para honrar os seu compromissos

 referentes aos clientes caloteiros do Seu Biu , evitando assim uma grave

crise sistêmica no mercado financeiro.

.

Pronto é isso!

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Meu primeiro voto…

quarta-feira, 17 setembro, 2008

A moça mal sabe a diferença de título de eleitor e CPF. (ou seria titolo?! Creeedo!)

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Pérola eleitoral: Pedro Precheca

terça-feira, 16 setembro, 2008

Candidato de Alfentas. Vi no Kibeloco.