Posts Tagged ‘Luana Piovani’

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Mais cinco em cena

sexta-feira, 7 agosto, 2009

Galera,

Primeiramente peço desculpas por não ter postado o cine em cena da semana passada. Na verdade estou mais que “apertado de costura”. De qualquer maneira fiz uma seleção com cinco filmaços para agradar gregos, troianos e até incas. Então vamos ao que interessa. O esquema da nota vocês já conhecem, certo?! (Se não conhece, leia). 

a-mulher-invisivel-cartazMulher invisível: Pedro (Selton Mello) acreditava no casamento, mas foi abandonado pela esposa. Após três meses de depressão e isolamento, ele ouve batidas na sua porta. É a mulher mais linda do mundo pedindo uma xícara de açúcar: Amanda (Luana Piovani), sua vizinha. Pedro se apaixona por aquela mulher perfeita, carinhosa, sensível, inteligente, uma amante ardente que gosta de futebol e não é ciumenta. Seu único defeito era não existir. 

Nota 5. Vi no cinema e achei muito bacana. Há um bom tempo estou vivendo a paixão por cinema nacional. Não que tenha sido uma superprodução, mas está cada vez mais se firmando no cenário. A atuação de Selton Mello foi espetacular. Como foi em “Lisbela e o prisioneiro”, e assim como está sendo em todos os seus papéis. Talvez “Mulher invisível” não tenha sido o melhor filme nacional do ano, mas está entre os três mais. Detalhe: o melhor, até então, foi o Divã. Obs.: “Cuecas” de plantão, a chata da Luana Piovani aparece em todas as cenas com trajes bem “interessantes”. Precisa comentar mais?

x-men-origens-wolverineX-Men Origens: Wolverine
Antes de se juntar aos X-Men, Wolverine inicia uma busca pela verdade sobre seu passado, que envolve seu complexo relacionamento com Victor Creed, o Dentes-de-Sabre, e o programa Arma X. 

Nota 4. Para o estilo agradou, mas esperava mais. Apesar de ser a origem do personagem, achei muito estranho o final do filme. É óbvio que era de se esperar, mas… Wolverine sempre foi o X-Man de maior destaque e por isso esperava um filme muito acima da média. E não foi. Na trama a atuação de Victor Creed é até mais interessante do que a própria origem de Wolverine. Aposto que os HQ´s, os fascinados por gibis, não gostaram do filme. 

serialSerial Killer
Durante as investigações do assassinato da ex-amante do Dr. Sam Charney (Rutger Hauer, de Blade Runner, O Caçador de Andróides), a experiente detetive Della Wilder (Pam Grier, de Jackie Brown) acaba descobrindo uma série de misteriosos assassinatos de mulheres que, de alguma forma, estão ligados a uma grande e poderosa companhia farmacêutica. Agora, depois de ter descoberto essa terrível e mortal conspiração, Della precisa resolver rapidamente o caso, antes que ela e o doutor acabem mortos.

Nota 4. Brutal, heim?! Que nada… Filme de investigação bem legal. Cheio de reviravoltas, mas só não ganhou nota máxima porque o final é muito previsível.

sombraNa sombra do crime
Quando um conhecido dublê de Hollywood, Jimmy Pierazzi (Lillo Brancato) – amigo de infância do assassino de aluguel  Eric O’Byrne (Matthew Modine) – morre em um trabalho supervisionado por Lance Cooper (James Caan), alguém pede a morte de Cooper e contrata Eric para fazê-lo. Para conseguir sucesso em sua missão, Eric resolve aproximar-se da filha de Cooper, o caminho  mais fácil para chegar ao alvo. Mas, na tentativa de realizar o serviço, acaba apaixonando-se pela filha de seu alvo e descobre que Cooper não teve nada a ver com a morte de seu amigo, foi apenas um acidente provocado por um erro de Jimmy.

Nota 4. Achei que terminar esse filme seria a coisa mais complicada do mundo. Pelo contrário. A trama é bem legal. Nota 4. Sem muito louvor, mas não é de arrepender.

12-e-demais-poster02Doze é demais
Tom Baker e Kate Baker conseguiram uma proeza certamente admirável: ter 12 filhos. A família, apesar de demasiada grande, é feliz e muito brincalhona. Apesar das bagunças eventuais, eles vivem em paz e harmonia, numa pequena cidade chamada Illinois. Tom Baker é um técnico de um time de futebol americano e, após conseguir uma promoção invejável, tem de se mudar para a cidade grande. É claro que toda a família vai junto. Quando Tom começa a não ter tempo para seus filhos, a confusão começa. 

Nota 3. Na seleção da semana não poderia faltar o besteirol, né?! Esse é bem água com açúcar. Não é dos piores, mas também não é aquele filme, que pode ser indicado.

Agora é preparar a pipoca, o refri e bom filme!

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Bem que meu professor me disse…

quarta-feira, 5 novembro, 2008
Cachorrada entre Dado e Luana

Cachorrada entre Dado e Luana

Existem fatos que também não valem Nem R$1,99. O fato da vez é o fim do namoro de Dado Dolabella (já “cornetei” ele por aqui) e Luana Piovani. Só que desta vez serei um pouco mais breve e não falarei de nenhum dos dois. Agora vou falar da imprensa brasileira que dita o que noticiado e o que será discutido.

Ontem escutei um “tititi” entre algumas pessoas comentando a respeito do fim do namoro das “celebridades” Dado e Luana. Achei muito engraçado, afinal de contas começar e terminar um namoro é algo tão normal (não disse simples, disse normal).

E aí lembrei imediatamente de um professor meu de Teorias de Comunicação, o Luis Ademir, que afirmava categoricamente que o ser humano é um mero fantoche. Dentre as justificativas (no plural) dele para tal afirmativa está justamente à agenda setting – ou teoria do agendamento, formulada por Maxwell McCombs e Donald Shaw na década de 1970. De acordo com a teoria, a mídia define a pauta para a opinião pública discutir. Assim, a mídia não dita às pessoas “o que pensar”, mas “em que pensar”.

Bom, e o que isso tem a ver com o namoro de Dado e Luana? Antes de responder, vou fazer outra pergunta: o que nós, pobres mortais, temos a ver com o término do namoro desta dupla de “mala sem alça”? N-A-D-A. E por que cargas d’água essa “praga” virou notícia por mais de duas semanas? Então a resposta é simples: quem não vale Nem R$1,99 é a mídia, é claro. Só isso? Claro que não. Os leitores que lêem esse projeto de notícia também não valem Nem R$1,99.

Enquanto uns odeiam, que é o meu caso, outros amam esse tipo de notícia que vive nos meios de comunicação. O pior de tudo é que sou a minoria e por isso tais notícias estarão sempre estampadas nos meios de comunicação.

Então é isso… Abraço virtual,

Luiz Augusto Reis Almeida