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Reality “choro”

segunda-feira, 8 junho, 2009

a-fazendaNão é novidade para ninguém que sou fã de reality show. Já fui “correspondente” de jornais e sites para falar do assunto. Como o estilo está em moda na tv brasileira, ontem fiquei até mais tarde para acompanhar a estréia do Jogo Duro, e gravei A Fazenda, afinal de contas no horário que o reality show passou na Record estava vendo o Pânico na TV (Ronaldo!). Diria o um serial killer: vamos por partes.

Astro global

Astro global

Sobre o Jogo Duro eu não posso dizer muita coisa. É muito ruim. Um show de “nojera”… Posso até estar enganado, mas acho que não vai emplacar. O bom Paulinho Vilhena, agora barburdo como o Marcelo ex-BBB 8, está muito estranho, com ar de intelectual, querendo dar uma de cruel. Jogo Duro pode até ter boa audiência, mas não deixa de ser péssimo.

Sobre A Fazenda falo que é fraco, mas corre o risco de emplacar. Lotar uma casa de “famosos do segundo escalão” (conhecidos, na verdade) e achar que vai dar audiência é perigoso. Pode até dar, afinal de contas o que não faltam são barracos, nádegas e músculos. E como o povo gosta bastante disso, vai dar audiência. Mas a edição do programa até então está fraca. Boninho terá que fazer uma consultoria urgente para a sequência do programa (ou será que ele está ocupado com o programa global?)

Acredita, amigo leitor, que mais ou menos aos 27 minutos do programa (gravado pela Sky HDTV) eu já sabia quem seria o eliminado? Então, nem precisou da Mãe Dinah muito menos ser Nostradamus. A coisa foi simples: na hora de colocar o crédito da mãe de um dos participantes, apareceu rapidamente: Fransciely eliminada com 50%. Como percebi algo diferente, voltei e vi.

Isso sem contar os áudios que demoraram a ser cortados e entraram em cenas erradas, o irritante barulho do chiclete de um dos participantes, que ficou por segundos no ar, as entrevistas sem pé nem cabeça com os familiares dos participantes. Não por culpa do Britto Jr., que é ótimo, mas pelo fato de colocar uma pessoa que não é acostumada a falar e jogar logo um programa ao vivo? Ficou estranho.

Vamos pegar leve! Como toda estréia A fazenda e Jogo Duro merecem créditos, mas que ajuste logo ou a audiência vai despencar (Tem solução?!)Até então ambos os programas não valem Nem R$1,99!

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Xarope neles, amigo!

domingo, 7 junho, 2009
Fórmula 1 - o xarope do ano!

Fórmula 1 - o xarope do ano!

E na principal competição do automobilismo continua a mesma: J. Button vencendo, Rubinho reclamando de alguém (vai ser fraco assim lá no “caixa prego”), a Ferrari e as demais equipes sem carro e sem a mínima competitividade… E pensar que ano passado a “cobra fumou” até a última curva.

E a vida segue a mais de 300km/h e a Fórmula 1 vai ganhar o prêmio de competição mais “xarope” de 2009! Não Vale Nem R$1,99!

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Dor de cotovelo dos brasileiros

quarta-feira, 27 maio, 2009
C. Ronaldo X L. Messi

C. Ronaldo X L. Messi

A hora é de bater palmas. Muitas palmas para os dois melhores times atualidade: Barcelona e Manchester United. Dois timaços que se encontram nesta quarta-feira para decidir a Liga dos Campeões. Indiscutivelmente os dois times valem vais que R$1,99.

Também é indiscutível imaginar que alguns brasileiros ainda não dão o braço a torcer em relação aos jogadores de outros países. Para eles só o jogador brasileiro que presta e, quando aparece algum gênio de outro país, o torcedor “cego” desvaloriza. Outro dia tiveram a coragem de dizer que o Zidane era um jogador normal. Que isso, é gênio. Isso sem contar os torcedores que ainda insistem em dizer que a Copa de 1998 foi armação. Armação?! Que nada. Temos que assumir que não somos imbatíveis.  

Já ouvi até que o Riquelme, para mim um dos melhores jogadores argentinos que vi atuar, era um brasileiro na terra do tango. Ora bolas, o cara é craque e é argentino. Problema? Só se for com a dor de cotovelo.

Em campo teremos Barça X Manchester, Messi X Cristiano Ronaldo. Dois craques que estão jogando muito e até então não temos nenhum brasileiro que jogando nem metade que ambos os jogadores estão jogando. Jogando, no presente. Ronaldo?! Sim, Fenômeno, craque, gênio. Mas atualmente não joga mais que nenhum dos dois citados.

Sendo assim, quem não bate palma para esse clássico ou está com dor de cotovelo e não consegue mexer, ou não vale nem R$1,99!

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O melhor do Brasil também joga no brasileiro

segunda-feira, 11 maio, 2009

nilmar_internacionalNesta segunda-feira nada foi mais comentado do que o lindo gol do atacante Nilmar. O jogador, que está entre os meus “convocáveis”, quase nunca tem chances na seleção brasileira. Aproveitando, é disso que irei falar, ou melhor, irei falar de um tal treinador que prefere convocar jogadores que atuam no Alasca a convocar quem joga no Brasil. Isso mesmo, o cara não dá o mínimo prestígio ao futebol brasileiro. Não estou aqui para discutir padrão tático ou técnico. Muito menos para dizer que não concordo com ele na seleção. Isso é passado, o cara já foi efetivado e teremos que aguenta-lo na Copa de 2010.

 É fato que a seleção brasileira oscila entre um ótimo jogo, muitas vezes fora de casa, e uma apresentação de time de “várzea”. O mais curioso são os jogadores que são convocados por ele. Josué, Gilberto Silva, Ronaldinho Gaúcho, Elano e outros mais que não estão indo bem em seus clubes, mas tem cadeira cativa com Dunga. Então o critério é quem já jogou um dia??? Se for, convoca o Romário, gente! Quer mais história do que o Baixinho?!

De fato as convocações do técnico Dunga são irritantes. Concordo que os melhores jogadores brasileiros estão quase sempre fora do país. Sim, é fato! Mas temos que valorizar o futebol de quem joga no país também. É muito triste ver um jogo da seleção e não tem nem um jogador do Flamengo, Cruzeiro, Corinthians e outros mais. Vamos lá, vai me dizer que o Nilmar, independente do gol contra o Corinthians, não tem futebol para jogar na seleção? Quem vive melhor fase: Nilmar ou Robinho? E no meio campo, não está vendo o cruzeirense Ramirez jogar, Sr. Dunga? O que mais ele precisa fazer? E no gol, esqueceu do Bruno ou prefere de fato o Doni? Ahhh, sim, o Doni é do Roma da Itália. Entendo. E o Josué? Joga aonde? Aposto que é um time alemão que mal consigo pronunciar o nome. E o Hernanes? Será que o “menino” terá que jogar fora do país para ir para a seleção. O único lugar do mundo que acontece isso é no Brasil.

O Dunga vai assistir até os jogos dos times gregos, para ver o Gilberto Silva em ação. Agora, pergunta se ele está vendo o futebol brasileiro direito… Eu duvido que ele foi ver pelo menos um jogo do Internacional e outro do Cruzeiro. Só foi no jogo do Corinthians porque um tal Ronaldo é um mito e se não fosse sofreria um atentado por parte da mídia.

Portanto, Sr. Dunga. Fica esperto e ajuda “nóis”, mano! O futebol brasileiro pode até ser nivelado por baixo, mas está melhorando… Grandes jogadores já estão jogando por aqui, alguns estrangeiros também, e assim vai. Que tal valorizar o que é do Brasil? Dizem que o melhor do Brasil é o brasileiro… Nesse caso, aposto que o melhor do Brasil está jogando no Brasil. Acorda, Dunga! Sempre te admirei, mas nessa não tem como… Sua atitude não está valendo nem R$1,99!

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Vá trabalhar, “maluco”!

quinta-feira, 23 abril, 2009

trabalhador2Amigo trabalhador, essa é para nós, que rala mais que “sovaco de aleijado”, vive pelo trabalho, muitas vezes não é remunerado como merece, etc, etc, etc… Treinador de futebol tem o péssimo hábito de poupar jogadores por atuar na quarta-feira e no domingo e, toda vez que faz isso, torço para perder.

O cara ganha um p**** dinheiro, só viaja em avião bacana, fica em hotéis top de linha, a alimentação é a melhor possível, tem massagista a disposição, médico, fisioterapeuta, nutricionista e não pode “trabalhar” tanto. Desculpa: somos humanos, precisamos de descanso.Ótimo! Mas pega leve…

Bom, então vamos lá… Após o lindo feito de vencer o Palmeiras na semifinal do paulistão, o bom treinador santista, Vagner Mancini, resolveu poupar seus principais jogadores contra o fraco e humilde CSA de Alagoas, pela Copa do Brasil, por estar jogando em casa e o primeiro jogo ter ficado empatado sem gols.

Se deu mal, muito mal! Bem feito! O time não se encontrou, tomou um gol no início, o goleiro do time adversário, Jeferson, fez milagre o jogo todo. Quando a “vaca” já estava no brejo, o técnico resolveu colocar alguns de seus medalhões em campo.

Bem feito! Agora o time do Santos terá que contentar com o Campeonato Paulista, que dá ingresso a nada. Enquanto a Copa do Brasil, leva o campeão a competição mais importante do continente, a Libertadores da América. Então entre com o reserva que torço para perder.Só não torço se for o meu amado Flamengo. (mas dá vontade… meu coração que não deixa). Até a seleção brasileira eu torceria contra!

É isso.. Soldado com a farda deve estar em guerra! Atitude que não vale Nem R$1,99!

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A paixão por “Três Vezes Amor”

quarta-feira, 15 abril, 2009

tres-vezes-amor-1

Por Luiz Augusto Reis Almeida

Se na segunda-feira eu errei e vi um filme fraco demais, que foi o “Confronto de Guerreiros”, na terça-feira, 14 de abril, acertei em cheio no novo filme: “Três Vezes Amor”. É mais light e sutil, mas é um tanto quanto divertido e surpreendente.

A comédia romântica narra à história de Will Hayes (Ryan Reynolds), um assessor político que, ao ser questionado pela filha, Maya, de apenas 10 anos, é “obrigado” a explicar como ele e sua mãe se uniram e agora estão em processo de separação.

Em compensação, Hayes conta a história de maneira diferente: narra seu envolvimento real com três mulheres distintas para que a filha acerte qual é a sua mãe. Dentre as três mulheres que se relacionaram com Hayes, estão à colega de faculdade Emily, a melhor amiga e confidente April, e a jornalista Summer.

Aos poucos Hayes começa a perceber que uma dessas histórias ainda não era passado e poderia representar o presente e o seu futuro. Sendo assim, Maya ajuda o pai a reconquistar seu verdadeiro amor. Quem gosta do gênero, aconselho que veja! O filme é muito interessante, bem amarrado, muito bem trabalhado e apaixonante. Vale R$1,99!

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Entre o ruim e o péssimo

terça-feira, 14 abril, 2009

filme

Por Luiz Augusto Reis Almeida

O que é mais marcante em um filme de guerra é exatamente a sua história. Na última segunda-feira, 13 de abril, cheguei em casa quase a noite e resolvi assistir um filme, o “Confronto de Guerreiros”. Imaginei logo um ótimo filme, cheio de ação e que não me daria nem sono nem cansaço ao assisti-lo. “Confronto de Guerreiros” narra à história da China, que era separada por sete nações e por diversas tribos. Uma dessas nações é a cidade-estado de Liang. A outra é comandada pelo comandante Xiang, que manda suas tropas invadirem Liang com o intuito de tomá-la. Acabou!

A partir daí é só estratégia de guerra, combate e nada mais. Um péssimo filme, com uma história muito fraquinha e no final, apenas para cumprir tabela e “amarrar” a história, surge um amor entre o estrategista e uma “tal mocinha”. Fraco! Quem tiver a chance, “não veja”! Ou então, veja e comprove você mesmo o quanto o filme, dirigido por Chi Leung “Jacob” Cheung, é ruim e sem a mínima conexão.

Recordo outros filmes do mesmo estilo, como “O Último Samurai”, foram marcantes e conseguiram passar uma história convincente e coerente, fatores que, em o “Confronto de Guerreiros” não aconteceu. Logo o filme foi de dar sono. Em condições normais, um bom filme não dá sono. Você fica tão ligado a ele, que mal consegue piscar. Já o “Confronto de Guerreiros” foi o contrário. O filme é mais que ruim, mas não é péssimo. Está entre ruim e péssimo. Na verdade esse filme não vale nem R$1,99!