Posts Tagged ‘Crise’

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Crise para oportunista nenhum botar defeito

quinta-feira, 14 maio, 2009

criseO mundo passa por uma tremenda crise… de comportamento.  Sim, concordo que a crise que assola o nosso mundo é tremenda e, no nosso caso, não poderia ser diferente. Não existe essa “onda” de dizer que foi só uma “marolinha”, como o nosso presidente Lula comentou há alguns meses. Mas também não foi uma Tsunami.

Em compensação, enquanto mais a mídia dá destaque para a tal crise, mais as empresas demitem (desligam, mandam embora, “marra” lata, ou como quiser) suspendem contrato, criam planos de demissão voluntária, deixam de investir em propaganda, cortam gastos, benefícios,  cabeças etc, etc, etc. Todas elas estão provando do próprio veneno, como disse o economista Joelmir Beting a respeito das altas taxas impostas pela Vale para o “seu” minério.

No meio desse bombardeio, os sindicatos de “gaveta”, na grande maioria um bando de “biscoito polvilho” – só barulho ou nem isso, tentam assegurar os direitos do trabalhador. Despreparados, para alguns sindicatos nem barulho… 

Ora bolas, me poupe. As empresas estão tirando o que o trabalhador tem de mais nobre, que é a sua paz e a sua esperança. Até concordo que vivemos um momento de crise. Vivemos, no presente. Crise maior que essa apenas em 1929, com a queda da bolsa de valores de Nova York. Em compensação, muitas (e coloca muitas nisso) empresas estão aproveitando o momento para demitir antigos trabalhadores, mudar sistemas e fazer uma lavagem em suas estruturas, isso sem contar nos cortes e mais cortes de funcionários e benefícios. Oportunistas!

Seria de fato apenas a crise, ou as empresas estão aproveitando o momento como desculpa para tais mudanças? Sinceramente, uma grande parcela das empresas estão  “nadando de braçadas” com a crise.  E nesse meio, o servo trabalhador, cada vez mais perdendo seus fios de cabelo e tendo que produzir mais e muito mais, afinal de contas, em casa estão seus familiares que dependem da sua “produção” no final do mês.

A crise existe, é fato! Mas a crise virou desculpa para tudo. Fico imaginando alguns diretores de várias empresas dizendo para seus filhos: não posso lhe comprar isso por causa da crise. Mais a noite devem dizer: meu Bem, isso nunca me aconteceu, deve ser a crise. Vai chover, deve ser por causa da crise. Para algumas empresas, crise de merda! Crise de comportamento, de atitude e para os oportunistas de plantão.

Não seria à hora de mudar de comportamento e cortar os excessos de alguns diretores?! Por que descer ao nível operacional chão de fábrica – palavra extremamente fora de moda, mas que ainda é tratado como se fosse e tirar o pouco que essas pessoas já têm? Vai entender… Para esses oportunistas, vocês não valem nem R$1,99!

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quarta-feira, 11 março, 2009

Nem se o Cuca fizer milagre...

Nem se o Cuca fizer milagre...

Pelo flamenguista Luiz Augusto Reis Almeida

Antes mesmo de comentar qualquer coisa, quero deixar claro que sou flamenguista desde o meu primeiro dia da vida. Como costumo dizer, quem torce pelo Flamengo não vira, e sim nasce. Mesmo assim não posso enxergar o meu time como um mero espectador, afinal de contas, como torcedor, faço parte do time, da história deste clube que amo desde o nascimento.

Faça agora um exercício de imaginação. Se por acaso o seu chefe, ou melhor, a sua empresa, deixasse você na merda pior sem pagar os seus salários, o 13º, os encargos trabalhistas e outros, o que você faria? Se ficasse dois, três meses atrasados, qual seria a sua atitude? Acordaria cedo, iria trabalhar, daria o “sangue”, aguentaria broncas, exigências e outras coisas mais? Se você aceitaria tudo isso, não quero ser seu colega de trabalho. Convenhamos, todos nós temos contas a pagar, temos as nossas famílias, as gandaias, temos que comer, beber… Enfim, temos o que fazer com o dinheiro (Se você não tem é só avisar que passo para você o número da minha conta– rs.)

Então, para qualquer jogador de futebol isso não é diferente. O “cara” criou o padrão de vida dele de acordo com o que ganha. Se ganha 150 paus, gasta 150. E assim vai. Guardar dinheiro é para poucos jogadores inteligentes. Pouquíssimos. Os demais, meus caros, gastam tudo que ganham e, dizer que o salário está atrasado é motivo para corpo mole. Ahh, você vai me falar de amor ao time, certo?! Que amor?Existe isso no futebol?

Então, diretoria “amadora” do Flamengo, que tal quitar os atrasados? Como vai conseguir o dinheiro? A torcida não quer saber, assim como não quero nem ver meus colegas me “zoarem” por causa dos resultados negativos dentro de campo. O time do Flamengo é até bom, tem potencial, mas se não quitarem os salários iremos para segundona.

Então, antes mesmo do campeonato brasileiro começar é bom que “experiente” Márcio Braga e o “honestíssimo” Kleber Leite, deem uma arrumada na casa, procure vender alguns jogadores para quitar as dividas com funcionários e demais atletas. Não adianta querer “jogar para torcida”, fazer gracinha, assuma a situação do time, negocie 2, 3, 4, jogadores se for preciso, e aprenda que o PLANEJAMENTO é o segredo de todo e qualquer negócio.

Sei muito bem que vocês estão colhendo os frutos (ou seria mato) do que foi plantado no passado. Se nada for feito agora, será que o Flamengo terá futuro? Então, dê o primeiro passo… 2007 e 2008 foi marcado pelos salários em dia e pela volta em massa dos torcedores aos estádios. Ficamos em lua de mel com o time. Foram os melhores anos do Fla nos últimos 15 anos. Agora, em 2009, não temos muito que comemorar. Mais que ser derrotado pelo Resende em pleno sábado de carnaval é ver o time não (a)pagar nem fogo na roupa.

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MST, qual é a sua?!

terça-feira, 3 março, 2009
A Reforma agrária precisa de reforma

A Reforma agrária precisa de reforma

Pelo capitalista Luiz Augusto Reis Almeida

O maior e mais organizado movimento social do país também é a maior picaretagem da história do Brasil. Estamos falando do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, mas também poderia ser o Movimento dos Sem Causa, desocupados, ou até o Movimento dos Oportunistas da Terra.

Quem disse que esses são trabalhadores rurais??? Esses rebeldes sem causa vivem agindo de forma violenta em todos os cantos do país, ameaçando grandes fazendeiros que, de uma maneira ou outra, conseguiram conquistar tal patrimônio e tem todo direito de gozar de suas conquistas.

Pode até ser um pensamento muito capitalista da minha parte – e que seja, mas não tenho medo de manifestar a minha opinião a respeito. O MST ameaça todos que estão em seu caminho, inclusive o apoio do nosso governo. Pior ainda: o nosso Estado se “borra” de medo só de ver uma bandeira vermelha tremulando para o seu lado – bandeira vermelha que não seja do PT, claro. Independente se estamos falando de governo de esquerda ou direita, o mais certo é que o MST consegue amedrontar todos que por ali passam.

O objetivo do maior grupo social do Brasil é conquistar a tão sonhada reforma agrária, diga-se de passagem, ultrapassada, antiga e “fora de moda”. A propósito, o MST é um grande gerador de emprego, é constituído, tem essência comunista, mas não passa de um grupo de capitalistas selvagens em busca de promoção. É isso que penso a respeito do MST, um movimento que não vale nem R$1,99!

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Crise econômica em outras palavras

quarta-feira, 15 outubro, 2008

VEJA COMO É FÁCIL ENTENDER A CRISE MUNDIAL DESSE ANO.

 

Tradução da crise do subprime.

 

É assim ó:

 

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça “na

caderneta” aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos

desempregados.

 

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da

dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo

crédito).

 

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de

emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um

ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o

pindura dos pinguços como garantia.

 

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do

banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro

acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

 

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e

conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F,cujo lastro

inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ).

 

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com

fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

 

Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para

pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifú.

 

Se todos os clientes caloteiros do Seu Biu resolvessem pagar suas dívidas,

a soma total seria de R$ 470,32 , mas o Banco Central vai ter que injetar no

mercado algo em torno de R$ 423.525.183,21 para salvar alguns fundos

 de investimentos que não possuem capital para honrar os seu compromissos

 referentes aos clientes caloteiros do Seu Biu , evitando assim uma grave

crise sistêmica no mercado financeiro.

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Pronto é isso!