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Do seriado para o cinema

quarta-feira, 22 abril, 2009

sethMesmo sendo domingão, dia que temos chance de dormir até mais tarde, “curtir” a preguiça,  quase sempre acordo cedo para fazer alguma coisa. Nada sério,me “permito “ sair do conforto e calor da minha cama, me dirigir para a sala de televisão, ligar a TV e buscar algo legal por lá. Buscar um programa na TV é uma mera formalidade, afinal de contas mais “cochilo” do que assisto os canais de série, esportes, programas ou filmes.

Como era sete e pouco da manhã, comecei a mexer no controle para encontrar um programa. Encontrei! Décimo primeiro episódio da segunda temporada de um seriado que adoro: The O.C. Já vi a série inteira, de “cabo a rabo”, mas um bom seriado nunca é pouco vê-lo novamente.

Programei o seriado na Warner e continuei a minha “saga” pelo controle e encontrei um filme, “Eu e as mulheres”, que parecia ser bem mais ou menos e, para minha surpresa, era estrelado por Adam Brody, o mesmo ator que interpreta o personagem que mais agrado do seriado The O.C., o Seth Cohen. Para ser sincero, não iria assistir, mas resolvi vê-lo por saber que o estilo do ator é sempre muito engraçado.

Gostei bastante do que vi e não pisquei os olhos. Nem um “cochilinho” de leve. Indico! O filme “Eu e as mulheres” vale R$1,99!

Até parecia que o papel de Brody seria mais um besteirol. Pelo contrário, como Carter, Brody provou o quanto é flexível e bom ator.

Bom filme, bom ator!

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A paixão por “Três Vezes Amor”

quarta-feira, 15 abril, 2009

tres-vezes-amor-1

Por Luiz Augusto Reis Almeida

Se na segunda-feira eu errei e vi um filme fraco demais, que foi o “Confronto de Guerreiros”, na terça-feira, 14 de abril, acertei em cheio no novo filme: “Três Vezes Amor”. É mais light e sutil, mas é um tanto quanto divertido e surpreendente.

A comédia romântica narra à história de Will Hayes (Ryan Reynolds), um assessor político que, ao ser questionado pela filha, Maya, de apenas 10 anos, é “obrigado” a explicar como ele e sua mãe se uniram e agora estão em processo de separação.

Em compensação, Hayes conta a história de maneira diferente: narra seu envolvimento real com três mulheres distintas para que a filha acerte qual é a sua mãe. Dentre as três mulheres que se relacionaram com Hayes, estão à colega de faculdade Emily, a melhor amiga e confidente April, e a jornalista Summer.

Aos poucos Hayes começa a perceber que uma dessas histórias ainda não era passado e poderia representar o presente e o seu futuro. Sendo assim, Maya ajuda o pai a reconquistar seu verdadeiro amor. Quem gosta do gênero, aconselho que veja! O filme é muito interessante, bem amarrado, muito bem trabalhado e apaixonante. Vale R$1,99!

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Entre o ruim e o péssimo

terça-feira, 14 abril, 2009

filme

Por Luiz Augusto Reis Almeida

O que é mais marcante em um filme de guerra é exatamente a sua história. Na última segunda-feira, 13 de abril, cheguei em casa quase a noite e resolvi assistir um filme, o “Confronto de Guerreiros”. Imaginei logo um ótimo filme, cheio de ação e que não me daria nem sono nem cansaço ao assisti-lo. “Confronto de Guerreiros” narra à história da China, que era separada por sete nações e por diversas tribos. Uma dessas nações é a cidade-estado de Liang. A outra é comandada pelo comandante Xiang, que manda suas tropas invadirem Liang com o intuito de tomá-la. Acabou!

A partir daí é só estratégia de guerra, combate e nada mais. Um péssimo filme, com uma história muito fraquinha e no final, apenas para cumprir tabela e “amarrar” a história, surge um amor entre o estrategista e uma “tal mocinha”. Fraco! Quem tiver a chance, “não veja”! Ou então, veja e comprove você mesmo o quanto o filme, dirigido por Chi Leung “Jacob” Cheung, é ruim e sem a mínima conexão.

Recordo outros filmes do mesmo estilo, como “O Último Samurai”, foram marcantes e conseguiram passar uma história convincente e coerente, fatores que, em o “Confronto de Guerreiros” não aconteceu. Logo o filme foi de dar sono. Em condições normais, um bom filme não dá sono. Você fica tão ligado a ele, que mal consegue piscar. Já o “Confronto de Guerreiros” foi o contrário. O filme é mais que ruim, mas não é péssimo. Está entre ruim e péssimo. Na verdade esse filme não vale nem R$1,99!

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E se tivesse matado?

quarta-feira, 1 abril, 2009

operacao

Por Luiz Augusto Reis Almeida

Na última quarta-feira, 26 de março, fui ao cinema assistir um filme. Nem sabia qual, para ser sincero. Escolhi um, entrei na sala e sentei com meus “apetrechos” – pipoca e refri. Fui assistir o filme “Operação Valquíria”. Pelo nome, não esperava muita coisa.

Eu estava enganado! É um filmaço, daqueles que não dão um “pingo” de sono.

A história se passa durante a Segunda Guerra Mundial e começa com um grande conflito na África. A partir daí, o coronel Claus von Stauffenberg (Tom Cruise), bastante ferido no combate, retorna a Alemanha para iniciar a sua vida. Após o “trauma”, o coronel se une a resistência alemã e monta uma estratégia para matar Hitler e assumir o governo.

A única critica é que, apesar do longa ser baseado em fatos reais, achei muito “viajado”, ou melhor, a operação para matar Hitler foi tão bem organizada, mas tão bem organizada, que cheguei até a duvidar do quanto os fatos eram reais. Outra: e se a operação desse certo? Nossa história teria sido completamente diferente, heim?!

Outro detalhe: quem nunca viu o Tom Cruise se destacar, ou ainda tem dúvida do quanto o ator é bom, veja este filme. O cara deu um show!

Bom, é isso! Recomendo! Vale R$1,99 fácil, fácil…

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A bossa nova na telona

sexta-feira, 29 agosto, 2008

Nesta sexta-feira estréia o filme “Os desafinados”, de Walter Lima Jr. Os atores Rodrigo Santoro, Jair de Oliveira, Ângelo Paes Leme e André Moraes interpretam quatro amigos que têm um sonho em comum: tocar no Carnegie Hall. Todo o romantismo da década de 1960 é retratado no filme com direito a muita bossa nova.

Após juntar o pouco dinheiro que possuem, os jovens sonhadores largam tudo no Brasil e seguem para os Estados Unidos em busca de fama e sucesso. Em compensação, nos Estados Unidos nem tudo acontece como o esperado. Joaquim, personagem interpretado por Rodrigo Santoro, que só conseguiu viajar graças ao empréstimo feito com a própria esposa (Alessandra Negrini) que estava grávida, se apaixona perdidamente por Glória (Cláudia Abreu), que também canta e acaba assumindo os vocais do grupo brasileiro e alojando o quarteto em seu apartamento.

Aos poucos Joaquim é tomado pelo sentimento de culpa, acaba retornando ao Brasil e aos braços da esposa. Já o Brasil passava por momentos complicados em decorrência da ditadura militar e as manifestações artísticas ficaram sob as mãos da censura.

Para interpretar Joaquim, o ator Rodrigo Santoro teve aulas de piano por mais de um mês, aprender a tocar todo o repertório do longa metragem. Se não bastasse, no filme Santoro toca gaita e violão. Fica aí a dica… Aproveite e veja o trailer do filme abaixo:

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Cine em Cena: Meet Dave

sexta-feira, 8 agosto, 2008

Clique na imagem e saiba tudo do filme:

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Primeiro filme de Spielberg cai na internet

quinta-feira, 17 julho, 2008

Após 40 anos, o primeiro filme assinado pelo bem sucedido Steven Spielberg caiu internet.Trata-se do filme “Amblin”, que tem duração de 25 minutos, e narra à história de dois jovens que se encontram à beira de uma estrada, no deserto, e seguem uma breve jornada juntos.

“Amblin” foi o título utilizado pelo autor para batizar sua produtora de cinema e televisão, fundada em 1982.Se não bastasse, o vídeo foi também um grande “cartão de visitas” de Spielberg para entrar no estúdio Universal, em que fez muito sucesso.
Confira o vídeo na íntegra abaixo: