Posts Tagged ‘Assessor de Rubens’

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Eterno número 2

quarta-feira, 29 abril, 2009
Choooora, fiote!

Choooora, fiote!

Todos nesta vida buscamos ser o número 1 em alguma coisa. Ser o melhor do futebol, da peteca, nas escolas, em história, biologia, entre os jogadores de alguma coisa ou até mesmo no cuspe a distância. Uma hora você tem que subir no degrau mais alto do pódio. É óbvio que tudo depende do referencial. Você pode ser o melhor jogador de truco da sua rua, e não ser nem o décimo do bairro. Enfim, em algum momento, temos que sentir o doce gosto de ser o número 1, o campeão.

 

Em compensação, alguns não têm muita vontade de ser campeão em nada. Ou até tem vontade, mas não conseguem. Um exemplo claro de quem nunca consegue ser o número 1 é o tal do Rubens Barrichello. O cara sempre foi o segundo melhor piloto de quase (o quase é porque não estou levando em conta a época de garoto) todas as equipes na qual trabalhou. E assim foi a vida inteira. E, para variar, sempre coloca a culpa em alguma coisa. Pô, isso é irritante, Rubinho!

 

Antes a culpa era da Ferrari, e não do alemão simplesmente espetacular. Agora a culpa é de quem?! Do Nelsinho Piquet?  Quando foi anunciado que ele seria companheiro de equipe de Jenson Button, na Brawn, pensei logo que ele seria o número 1 da equipe. Pelo visto até era, mas como os primeiros resultados da competição já está ficando nítido que ele será novamente o número 2 da equipe. Santa paciência, Rubinho! Ajuda aí, meu! Vê se ganha de alguém para eu escrever que você vale R$1,99. Enquanto isso,  o esportista Rubens Barrichello não vale Nem R$1,99! Fraco, mas fraco mesmo!

 

Obs.: tenho um irmão que tanto amo (o único, na verdade), que é fã do tal do Rubinho. Meu pai e eu o chamamos – em dia de corrida, de assessor de Rubens, de tanto que ele é fã.Quando ele ver que o texto é contra seu “pupilo” vai dar “pau”. É esperar…

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Barba, cabelo e bigode de Massa

domingo, 24 agosto, 2008

Palavra do especialista: Alexandre Henrique Reis Almeida

A exemplo da corrida de 3 semanas atrás, Felipe foi o fator chave desta corrida, sobrou de novo desde sexta feira. A diferença foi o final da prova que não teve seu motor arrebentando o meu coração em fumaças. Desta vez, a bola da vez foi o Kimi, que após seu 2° pit, no exato momento em que ele acelerava sua SUPER FERRARI para rasgar na reta principal deste GP, teve seu motor literalmente abrindo o bico e cuspindo fumaça pra tudo que é lado. E ao contrário da reação do Massa na Hungria no momento em que saia de seu enfumaçado SUPER FERRARI que quase arrancava os seus cabelos de desespero devido à situação que ele ficara no campeonato até então, o Kimi sai do carro com ar de como se tudo estivesse normal, tranqüilo e que não perdeu nada com aquilo. Que contraste de comportamento. O cara imparcial!

Esta corrida marcou também pelos erros causados pelo excesso de modernidade (excesso sim), pois uma simples plaquinha poderia ter evitado o acidente de Kimi nos boxes que feriu seu mecânico. Não sou contra modernização, mas colocar um “semáforo” no lugar da plaquinha que ficava incomodando o piloto e o ameaçando a todo o momento caso ele ouse sair sem a ordem daquele que a segura foi pra mim um exagero. A Ferrari sempre inova, e neste caso não foi a 1° vez que ela o fez, cito aqui a época da guerra dos pneus onde se dava bem quem conseguia se adaptar às condições da pista e do clima durante toda prova sem trocar os pneus. A Ferrari instalou na boa, velha e eficaz plaquinha um espelho para que seus pilotos no momento do reabastecimento pudessem ver como estavam seus pneus e agirem de forma a poupar o que mais desgastado estivesse. Não sei se o Kimi se precipitou como foi dito na transmissão, mas que é fato que se tivesse um cara ali segurando a plaquinha ele não iria sair com a eminência de tomar uma placada na cara. Também não iria liberar o Massa no momento em que Adrian Sutil da Force Índia estava com mais velocidade saindo dos boxes causando risco de acidente entre os dois naquele momento tão tenso. Erros existem e devem ser bloqueados ou minimizados, o que levanto aqui é a complexidade do assunto, onde tendo uma pessoa em cima do momento no calor da intenção de acertar (estando esta em pé segurando uma placa a frente do piloto) esta veria a situação como um todo, diferente do caso de uma pessoa dentro dos boxes que só apertaria um botão sem estar totalmente envolvida com este calor que mencionei acima.

Rubinho de novo brigando com seu carro e desta vez, os freios foram o vilão. Quem já viu um Fórmula 1 travar pneu traseiro? Eu nunca havia visto e o vi neste fim de semana, coisa absurda até então… Para os entendedores, fica claro a dificuldade então do meu querido Rubens. Ele terminou só em 16°.

Nelsinho terminou em 11°, um resultado nada bom, mas que lhe dá regularidade e constância em termos de terminar provas. Alonso de novo não completou.

ATENÇÂO: Os motores da Ferrari não estão se mantendo para 2 corridas, o que está acontecendo com as SUPER MÁQUINAS? Que ela nas últimas 2 corridas superou as Mclaren’s isso é fato, mas também que nestas 2 últimas corridas seus motores não deram conta da corrida inteira estando em sua 2° corrida é fato também, e fato este que nos preocupa, pois a indícios que a Ferrari para bater a Mclaren está sacrificando o rendimento de seus motores em troca de potência sem conseqüência.

Então é isso, Massa em franca recuperação se mantendo em 2° lugar no campeonato com 64 pontos, Hamilton (que nesta corrida não ameaçou em nenhum momento nosso brasileiro) continua em 1° agora com 70 pontos e o super imparcial Haikkonen em 3° com 57 pontos.

OBS.: Barba cabelo e bigode é igual à melhor tempo na Sexta de treinos livres, melhor tempo nos treinos do Sábado também, vitória no Domingo com direito a melhor volta da prova.