Archive for the ‘Variedades’ Category

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Até breve…

segunda-feira, 28 setembro, 2009

gatochauPeço perdão aos leitores assíduos, aos que cobram textos, novidades e coisas do tipo… Infelizmente para alguns e felizmente para outros, estou dando um tempo no blog. Se dissesse que não tenho tempo para escrever estaria mentindo. Até tenho tempo, mas… O “mas” é foda…

Foram quase três anos de muita dedicação. Pronto – deu! Tenho certeza que voltarei, ainda não sei como, mas voltarei… Talvez com um twitter, outro blog, o mesmo… Ainda não sei e nem quero pensar nisso. Penso em novos projetos na web, mas não para agora.

Agora estou dedicando meu tempo livre para praticar esportes ou apenas curtir a vida… É isso! Escrever é algo que eu amo, mas havia prometido para mim mesmo que quando parasse de ter prazer de escrever no blog, iria parar. Continuarei escrevendo, claro! Mas não por aqui…

Forte abraço a todos e fica com Deus! Quem quiser entrar em contato comigo basta enviar um comentário pelo blog ou enviar um email para bigduth@gmail.com

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A modernidade pode ser uma boa

quarta-feira, 9 setembro, 2009
A modernidade pode valer mais que R$1,99!

A modernidade pode valer mais que R$1,99!

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Quebrar paradigmas

terça-feira, 25 agosto, 2009

Quebrar_a_correnteUm dos temas mais badalados nos últimos dias no esporte é o desempenho do velocista Usain Bolt, o homem mais rápido do planeta. Alguns meios de comunicação dizem que ele está superando a barreira do corpo humano. Outros já falam do estilo do campeão, que é bem humorado e foge do tradicional estilo de concentração: quase sempre formado por um silêncio que corta os nossos ouvidos.

Assim como ele, o nadador brazuca César Cielo também ficou famoso por se bater antes das suas provas. Interessante, certo?! Bem diferente do convencional.

De fato acho bárbaro pessoas que fogem da normalidade e quebram os paradigmas da sociedade. Para mim são mais que campeões, são ultracampeões, pessoas que valem mais que R$1,99!

Fora do meio esportivo também gosto muito do estilo, digamos, diferente. Não sou defensor de quem fala e não faz (sem bordão) vive, de quem planta a sua ideologia e não consegue vivê-la na sua essência. Sou defensor de quem cria o seu estilo – ou aprimora, talvez, consegue dar sequência e ser verdadeiro consigo mesmo.

O ambiente de sala de aula, por exemplo, é um local que brota experiências espetaculares. E quem disse que é necessário virar uma parasita para garantir que está aprendendo ou não?! “Menino, calado. Vou te dar um ponto negativo por estar conversando… Dentro de sala de aula é local de concentração total…” Quantas vezes escutei isso? Será que ficar calado o tempo todo era a solução de uma educação eficaz? Hoje agradeço aos comentários insanos de sala de aula – a minha “veia” crítica agradece eternamente.

Temos que repensar muitas coisas. Será que o normal é o melhor? Ou será que o normal é o mais cômodo? Quem sabe uma nova proposta de ensino, uma nova proposta para o senado, um novo estilo de vida?! O mundo precisa de pessoas que mudam os paradigmas.

Bob Marley ficou famoso por popularizar o reagge?! Também… Bob Marley ficou famoso por tratar em suas músicas e no seu estilo temas como religião e principalmente questões sociais, até então tidas como paradigmas naquela realidade. E a partir daí o povão ama Bob Marley e seu estilo… de fumar “unzinho”. Gente, que tal utilizar o que ele fez de bom? Nada contra quem fuma ou deixou de fumar. Apenas defendo que, assim como ele, quebrar os paradigmas é importante, mas desvirtuar a realidade e achar pontos que são convenientes para nossa vida é ridículo. É questão de coerência…

Que venha novas pessoas, novos seres de diversos campos que irão quebrar alguns de nossos paradigmas. Quem sabe assim a nossa sociedade consegue evoluir e valer mais de R$1,99!

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Calar é mais fácil

terça-feira, 11 agosto, 2009

transitoHá 15 dias aconteceu comigo um fato bem interessante. Estava trafegando em uma das principais avenidas de Três Corações, cidade na qual resido, atrás de um Ford Fiesta preto que a cada rua me trazia uma novidade. O cara do carro de frente literalmente não sinalizava nada que iria fazer. A seta do seu veículo deveria estar até com teia de aranha de tanto que não era utilizada.

Com esse tipo de condutor, a distância de segurança deve ser dobrada, certo?! Pois é, deveria, porque um motoboy que andava um pouco mais rápido (pleonasmo?) ultrapassou o meu carro, que estava na direita, e já estava ultrapassando o Fiesta quando…. Putz! Não era um motoboy, era um super-homem! O rapazinho voou por cima do carro. Para se ter uma ideia, ele conseguiu dar um amassadinho quase no teto do Fiesta. Todos que lessem o citado acima diriam que o motoboy estava errado e que esse “povo” só anda a mil por hora.

Pois então, desta vez a coisa não foi bem assim. Apesar de mais rápido que ambos os veículos, o motoboy não estava correndo. Estava dentro da velocidade permitida. Como a pista é dupla, o condutor do Fiesta e eu estávamos na pista da direita, que é para veículos mais lentos. Só que, no meio da pista, à esquerda, havia um retorno para o outro sentido da avenida. No momento que o motoboy estava na pista da esquerda, o Fiesta, sem dar seta, “balangar” ou balançar o braço, piscar o olho ou coisa do tipo, entrou para retornar e “crash”. Não poderia dar outra.

Parei para ver a situação do rapaz, mas ele surpreendeu. Levantou como um gato e disse que não tinha se machucando. Já o condutor do carro, que agora sei que é um sr., saiu xingando até a última geração do “gato” e dizendo que ele iria pagar pelo conserto. Mal quis saber se o rapaz estava vivo ou morto. O motoboy, assustado, disse que a moto é da empresa e que ele não pode pagar, até porque ele acusou o sr. de não ter dado a seta. E o sr., dono da razão, xingou muito e afirmava que o motoboy iria pagar.

Como ninguém havia machucado, sai e fui em direção do meu carro. Parecia que um anjo do bem falava comigo: vai lá, conte a verdade ou então o rapaz da moto vai se dar mal. Você viu o que aconteceu, seja justo. Já o anjo “malvado” era taxativo: o que você tem com isso? “Vaza”, continua seu caminho.

Voltei e no meio da discussão, que já contava com um agente de trânsito cheio de dúvida, entro dizendo: “estava atrás de ambos os veículos e vi a colisão”. O agente, mais que depressa pede ajuda, afinal estava complicado para entender a situação. Disse a verdade, que o sr. do Fiesta não deu seta, que o motoboy não estava correndo e que a culpa não foi do motoboy. Na mesma hora o sr. ficou muito bravo, disse que era um erro e que estava sendo injustiçado. Deixei meu telefone caso fosse necessário e fui embora com o dever cumprido. Talvez se não tivesse falado a verdade o motoboy teria que pagar o conserto da moto e do carro, poderia ser mandado embora do seu empreto ou coisa do tipo.

Talvez nós, cidadãos brasileiros, deveríamos nos manifestar mais a respeito de diversas injustiças e picaretagens do nosso país. Não, preferimos ficarmos sentados na frente da TV, afinal de contas não está nos afetando diretamente. (Não?!) Será que existe um “anjo do bem” dentro de nós, nos atiçando para nos manifestarmos? Ou será que só iremos nos manifestar quando atingir em cheio o nosso umbigo? Sociedade de “merda”, não vale nem R$1,99!

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Ctrl C – Ctrl V

sexta-feira, 26 junho, 2009

ctrlcHá alguns dias recebi um email de um conhecido com um texto meu. Sim, um texto meu a respeito de um tema polêmico que está rodando por aí e, o pior de tudo, sem assinatura, sem link para o blog e sem nada. Plágio?! Sei lá! Quem começou a enviar não assinou o nome de ninguém. Apenas está circulando. Por um lado, ruim, afinal de contas tem gente apropriando indevidamente do que é seu trabalho. Por outro lado, bom, pelo menos alguém gostou! Rs.

Contei o que aconteceu para um amigo e ele foi logo dizendo: “você é louco, coloca suas idéias em domínio público e agora vem reclamar?!”. Sim, ele tem razão, toda razão. Em compensação, qual é o problema das pessoas saberem o que penso a respeito de alguns temas? Qual é o problema de escrever a respeito de um time de futebol ou de algum filme que eu vi?!  É óbvio que também não faço do meu diário virtual um diário de vida… Imagina eu escrever: querido diário, hoje eu almocei isso ou aquilo, fui para o trabalho, iniciei tal projeto. Credo! Apenas escrevo aquilo que julgo ser pertinente para o local. E, caso alguém copie – os famosos ctrl c, ctrl v, favor citar a fonte! Dá uma moral aí… Quem nunca copiou algo de alguém? Qual é o problema? Desde que você coloque a fonte e de onde veio, sem problemas! Seja apenas justo com quem criou o texto.

Quantas vezes eu faço algum texto de cinema e cito o cineplayer, ou então cito o Rica Perrone, com quem fui estagiário e hoje ele tem um dos blogs esportivos mais acessados do país. Qual é o problema? Desde que cite a fonte, não tem problema. Agora, enviar o texto alheio por email e não colocar referência… Aí é “flórida”. Não vale Nem R$1,99!  

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Luto: cai a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista

quinta-feira, 18 junho, 2009

lutoO Supremo Tribunal Federal decidiu e está decidido: não é necessário ter diploma de jornalismo para exercer a profissão. A partir de agora as empresas estão liberadas para contratar profissionais sem formação superior. Enquanto isso, cresce o número de jornalistas desempregados nos país e a informação de qualidade pode virar exceção. E haja cara de pau, haja ausência do nosso sindicato. A nossa classe já é marginalizada por natureza, agora… Deus que me livre, meu Brasil!

O pior de tudo foi à pérola dita pelo ministro relator, Gilmar Mendes, que fez a seguinte comparação: “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado em uma faculdade de culinária, o que não legitima o estado a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nesta área”.

Boa, Mendes! Excelente! Então quer dizer que um excelente curandeiro pode ser médico também?! A parteira agora será obstetra? Então quer dizer que, se eu souber na ponta da língua todas as leis e usar um terno eu posso ser um advogado? Advogado não, né?! Melhor ainda: quem sabe dirigir não precisa nem da habilitação. Bobagem! Que coisa, meu Brasil!

Concordo que articulistas de outras profissões, que sabem escrever sobre determinados temas, devem ter espaço sim. Agora, o cara não teve a mínima formação e agora será um jornalista. Triste!

Como o nosso STF é “isso” mesmo, a minha esperança é que as empresas não aproveitem de tal decisão para acabar com os jornalistas de fato. Outra coisa, para os que não sabem analisar de maneira ampla a respeito do caso, penso que esse é o início da mudança na mentalidade do país em se tratando de educação superior. Aposto que após o jornalismo, virá alguém dizendo que um bom orador pode será um ótimo relações públicas. O que me deixa muito “p” da vida é que isso é uma cadeia. O criativo é o publicitário de amanhã. O “bom comerciante” é o novo administrador de empresas de uma grande multinacional. E assim vai…

Ora bolas, sentar em uma cadeira da faculdade de jornalismo é muito mais que aprender a fazer um lead, a escrever um texto técnico, uma resenha, artigo, etc, etc, etc. É aprender a ser um cidadão consciente, ético, que sabe de suas responsabilidades, que é embasado teoricamente e que pode contribuir com o processo da informação no país. O jornalista é o fiel escudeiro da democracia. É óbvio que, assim como em toda profissão, temos os profissionais que “desvirtuam” sua a função primordial.

STF, você não vale Nem R$1,99! Vem me dizer que o STF está em defesa da Liberdade de Expressão? Aposto… Melhor: tenho certeza que existe tanta coisa particular envolvida nesta decisão. Tanta gente “prejudicada” por um verdade (ou não) dita por um jornalista.

E agora, nós, jornalistas de profissão, contamos com as empresas. Contamos com a consciência das nossas empresas. Agora é esperar! E como sempre digo: NÃO ME ARREPENDO DO CURSO QUE FIZ, DA MINHA PROFISSÃO QUE TANTO AMO. SINTO QUE SOU UM PROFISSIONAL PREPARADO, QUE AINDA TENHO QUE ESTUDAR MUITO, MAS QUE SIGO OS PRECEITOS ÉTICOS DA MINHA PROFISSÃO! É isso… Esperar mais do STF é esperar que a galinha bote ovos de ouro.

“Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte”. Gabriel Garcia Marquez.

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Reality “choro”

segunda-feira, 8 junho, 2009

a-fazendaNão é novidade para ninguém que sou fã de reality show. Já fui “correspondente” de jornais e sites para falar do assunto. Como o estilo está em moda na tv brasileira, ontem fiquei até mais tarde para acompanhar a estréia do Jogo Duro, e gravei A Fazenda, afinal de contas no horário que o reality show passou na Record estava vendo o Pânico na TV (Ronaldo!). Diria o um serial killer: vamos por partes.

Astro global

Astro global

Sobre o Jogo Duro eu não posso dizer muita coisa. É muito ruim. Um show de “nojera”… Posso até estar enganado, mas acho que não vai emplacar. O bom Paulinho Vilhena, agora barburdo como o Marcelo ex-BBB 8, está muito estranho, com ar de intelectual, querendo dar uma de cruel. Jogo Duro pode até ter boa audiência, mas não deixa de ser péssimo.

Sobre A Fazenda falo que é fraco, mas corre o risco de emplacar. Lotar uma casa de “famosos do segundo escalão” (conhecidos, na verdade) e achar que vai dar audiência é perigoso. Pode até dar, afinal de contas o que não faltam são barracos, nádegas e músculos. E como o povo gosta bastante disso, vai dar audiência. Mas a edição do programa até então está fraca. Boninho terá que fazer uma consultoria urgente para a sequência do programa (ou será que ele está ocupado com o programa global?)

Acredita, amigo leitor, que mais ou menos aos 27 minutos do programa (gravado pela Sky HDTV) eu já sabia quem seria o eliminado? Então, nem precisou da Mãe Dinah muito menos ser Nostradamus. A coisa foi simples: na hora de colocar o crédito da mãe de um dos participantes, apareceu rapidamente: Fransciely eliminada com 50%. Como percebi algo diferente, voltei e vi.

Isso sem contar os áudios que demoraram a ser cortados e entraram em cenas erradas, o irritante barulho do chiclete de um dos participantes, que ficou por segundos no ar, as entrevistas sem pé nem cabeça com os familiares dos participantes. Não por culpa do Britto Jr., que é ótimo, mas pelo fato de colocar uma pessoa que não é acostumada a falar e jogar logo um programa ao vivo? Ficou estranho.

Vamos pegar leve! Como toda estréia A fazenda e Jogo Duro merecem créditos, mas que ajuste logo ou a audiência vai despencar (Tem solução?!)Até então ambos os programas não valem Nem R$1,99!