Archive for the ‘Serviços’ Category

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Afogue com a Submarino

segunda-feira, 22 junho, 2009

subHá algumas semanas encomendei um produto na Submarino (site submarino.com) e ele chegou rapidinho. No dia que fiz a encomenda, a Submarino entrou em contato comigo por telefone, me atendeu como se fosse o último pedido deles, e fui muito bem tratado. Virei um cliente “especial”, como deve ser com todo e qualquer cliente, afinal de contas, a crise e a concorrência fazem com que todo cliente deva ser tratado como uma celebridade. Brincadeira (com fundo de verdade) à parte, a situação foi simples: comprei, recebi, mas o produto veio amassado na lateral. Era uma esteira ergométrica que, só de escrever já me deu um cansaço tremendo.

Bom, mesmo assim comprei e não imaginava o problema que teria. Ela veio amassada justamente no local onde colocava uma espécie de parafuso. Sendo assim, o parafuso entra torto (na minha terra isso é “enjambrado”) e ela não fica 100% presa. Desse modo entrei em contato com a Submarino e o tratamento não foi exatamente vip.

Primeiro porque pediram para eu aguardar por quase 30 dias para uma pessoa pegar a esteira na minha casa, enviar para a central (sei lá onde que é isso, se é São Paulo, Rio ou Ribeirão Preto), e depois eles enviariam outro produto para mim. Em suma, daqui a 60 dias eu já estaria com o produto na minha casa. Isso mesmo, 60 dias. E olha que já paguei o produto!

Agora, convenhamos: esperar 60 dias para pegar um produto que já está pago?! Porque tanta dificuldade? Qual é o problema de enviar uma outra peça e levar a danificada. “Isso mesmo, a Submarino é assim, meu Sr.”, afirmou a atendente. E eu, mais uma vez, levei “chumbo pela asa” nessa empresa que se diz expert em e-commerce.

Como fiquei irritado, resolvi pagar alguém para resolver o problema para mim na minha própria casa. É melhor assim a contar com a “boa vontade” da tal da Submarino. E olha que comprei duas vezes na empresa e tive surpresa negativa em ambas. O que dizer?! Sim, além de ser bobo, por compra novamente, digo que a Submarino não vale Nem R$1,99. E se for comprar lá, desejo a você uma ótima sorte! Se tiver, parabéns! Se não… seja paciente e entenda a política da empresa em questão.

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Fora da área? Você ou eu?

quinta-feira, 26 março, 2009

emblema_abrilPor Luiz Augusto Reis Almeida – manter é melhor que vender.

O mercado é algo muito interessante. Como as empresas encaram tal realidade é melhor ainda e mostra sempre como o cliente é tratado. Assim sendo, vou relatar algo que aconteceu comigo que cheguei a ficar com raiva, mas que no final das contas achei até engraçado. Sou assinante de algumas revistas da Editora Abril e sou completamente apaixonado pela Revista Placar que, diga-se de passagem, vale muito mais que R$1,99. E essa paixão vem de longa data e a revista nunca deixou de chegar à minha. Em compensação, outra revista que tenho assinatura começou a não a chegar e me matar de raiva. Sendo assim, peguei meu celular, em pleno horário de almoço, coloquei no viva voz e entrei em contato com o 0800 da editora Abril para pedir uma solução.

NÃO PARE DE LER AQUI, OK?! NEM TODO CALL CENTER É RUIM (o de venda é ótimo!)

Antes mesmo de tocar duas vezes já tinha sido “atendido” pelo operador automático que me deu duas opções mais ou menos assim:

1. Se você quer comprar uma nova assinatura, tecle 4;
2. Se você já é assinante e quer informações sobre entrega de revista, tecle 6;

Pois bem, como sou assinante Abril, apertei a tecla 6 e logo veio a seguinte mensagem: Infelizmente não podemos atendê-lo. A sua ligação está fora de nossa área de atendimento. 

A voz estava parecida com o tal do Big Fone do BBB. Fiquei muito invocado e achei muito estranho. Daí liguei novamente e tive a curiosidade de apertar a tecla 4 e, dois segundos depois, uma pessoa atendeu: “Fulano da Silva”, boa tarde, em que posso ajudar?! Ora bolas, estou ou não na área de atendimento?!

Daí lembrei-me de algo que já escutei na graduação, na pós-graduação e ainda escuto no mestrado: o relacionamento com o cliente é tão ou mais importante do que a venda. Será?

Por que “cargas d’água” algumas empresas (ou seria a maioria?) ainda se preocupam apenas em vender, bater meta e premiação? Sim, é óbvio que isso é necessário, pois garante a saúde financeira de qualquer empresa. Em compensação, manter um cliente é uma venda maior ainda e dá ainda mais lucro. As empresas de maior sucesso no país são exatamente aquelas que sabem cativar o cliente todos os dias. Não são muitas, mas temos bons exemplos de empresas assim que estão “rachando” de ganhar dinheiro.

Tenho certeza que não aprendi a “lição” errada na academia. Acredito no relacionamento e na manutenção do cliente por viver diariamente essa realidade. Assim sendo, editora Abril, irei cancelar a assinatura da “outra” revista e irei manter a Placar, até porque essa nunca deu problema e eu gosto muito, porque se gostasse um pouco menos já teria cancelado logo às duas. Como não estou na área de atendimento para vocês, o bom e velho cliente n°2354742562463, aquele que vocês debitam a assinatura na conta do banco, está saindo de cena e deixando de valorizar os bons jornalistas da minha revista nº2 – (a número 1 é a placar, minha gente!)

Por essas e outras digo: o atendimento da Editora Abril não vale Nem R$1,99!

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Betinho, Betinho…

quinta-feira, 4 dezembro, 2008

Uma odisséia sanitária de Thaís Pacheco

Não sei se pegou vocês, mas, há um tempo, me pegou a história do ‘rodízio de petisco’.
É uma idéia bacana. Você senta, pede uma cerveja, relaxa a musculatura e os petiscos vão passando. Os que você gostar, pede pra repetir. Os que não, deixa lá pra não desperdiçar.

Saiu uma matéria uma vez com os três lugares descolados que fazem isso em BH. Fui em dois, bem legais. Faltava um. Já tinha até esquecido essa opção gourmet, mas, ontem, resolvemos tentar o terceiro que faltava: Bar do Betinho.

Se você não mora em BH, acaba não servindo como referência do que evitar. Mas se você está aí lendo por falta do que fazer, serve como referência de um lugar porco. Comecemos:

Sabe festa de fim de ano de empresa fudida de contabilidade?
Aquela cena: Meninas de cabelo sujo e com roupa que [tá na cara que] são da Marisa? A gordinha mala, com a pasta da faculdade e os boy, feio, com camisa de banda de rock, de R$10 do centro da cidade? Entõ, essa era a frequência do lugar. Eles haviam juntado várias mesas, estavam gritando e é incrível a capacidade que essa galera tem de fazer sujeira. Graças a um bom santo eles estavam indo embora quando chegamos.

Ainda que os garçons tentassem arrumar, não adiantava muito. O boteco é sujo por natureza. O sapato gruda no chão, sabe como? A mesa fica ali, curtindo um resto dos clientes anteriores até chegarem os novos. Só então, o garçom limpa.

O garçom, aliás, coitado. Não deram nem uniforme pra ele. Usa o avental antigo, de quando o local ainda se chamava Surubim na Brasa.

Apesar de tudo, quis arriscar. Não posso querer sempre o lugr mais lindo, limpo e bem frequentado. Isso custa caro. Tenho que aceitar a idéia do boteco pé de rato. Além disso, estava acompanhada de um ser que preciso impressionar e a última coisa que posso fazer neste momento é confessar que sou fresca pra caralho e estava morrendo de nojo.

Vamos arriscar a comida. Traz o rodízio de petisco. Um monte de panela conmcentrada no meio da salão fica tentando manter aquecidos os alimentos. A garçonete, com a mão suja, junta um monte de cumbuca e vai pegando as coisas. O creme de queijo, que cobre um carne – sabe-se lá qual – cai na cumbuca da batata frita que, por sua vez, está velha. O kani com salaminho (!!!) também tem cara de coisa passada.

A azeitona preta foi a única coisa que imaginei que não me mataria, mas ela estava quente (!!!)

Não sei o que mais tinh na mesa. Umas carnes estranhas, uns seres desconhecidos… Felizmente não vi baratas nem fios de cabelos. E quando, o digníssimo ser a ser impressionado me disse “não está muito bom não” eu senti o maior alívio do mundo e implorei, numsúbito ataque desespero que tentei controlar: “Então, por favor, vamos embora”.

Hoje, pra mais alívio ainda, ele veio me dizer: “Aquele bar do Betinho não vale nem R$ 1,99, hein?”
Vale não.

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Pinga-pinga

terça-feira, 25 novembro, 2008

Viagem frustrada de Thaís Pacheco

Se eu tomo pinga é porque eu não sei o que é melhor pra mim, como já diria o Pato Fu. Agora, se eu pago R$74 num pinga-pinga é porque eu sou uma idiota.

Foi o que fiz no fim de semana passado. Optei pelo superprático ônibus da Útil que vai de Belo Horizonte à Angra dos Reis. Achei mesmo meio estranho o fato de ele sair de BH às 20:15 e chegar em Angra às 06:00, posto que, de carro, faço esse trajeto em seis horas.

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O detalhe é que, na verdade, mesmo saindo 20:15, ele chegou em Angra às 08:15. FORAM EXATAS 12 HORAS DENTRO DE UM ÔNIBUUUUUSSSSSS

Ele para em TODAS as rodoviárias QUE POSSAM EXISTIR entre Belo Horizonte e Angra dos Reis. E não bastasse parar, nem que você queria, não pode dormir, porque a cada parada o motorista entra na cabine e grita, bravo, umas quatro vezes:

– Barbacena. BARbacena. BARBACENAAAAAA

– Juiz de Fora. Eu disse Juiz de fora!

– Volta redondaaaaaa

Barra Mansa, Barra Mansa, Baaaarra Mansaaaa. B-A-R-R-A M-A-N-S-A.

O Útil de BH à Angra não vale, definitivamente, nem R$ 1,99.

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Minha dentista

terça-feira, 18 novembro, 2008

Thaís Pacheco

Hoje, antes de sair de casa, pedi coragem, paciência, classe e elegância enquanto eu estiver na frente da minha dentista.

Qual foi a última vez que você sentiu dor de dente? Se não foi essa semana, você não se lembra como é. Dói muito.

Faz, mais ou menos, duas semanas que estou com a cara inchada. Faz, mais ou menos, dois meses que estou fazendo tratamento NO MESMO DENTE.

Antibiótico, anti-inflamatório. R$ 50,00

Tira o canal. Refaz o canal. R$ 700,00

Dói de novo. Antibiótico, anti-inflamatório. R$ 50,00

E tudo o que a VACA diz pra mim é “Deve ser uma bactéria que está insistindo”.
Insistindo de cu é rola, minha amiga! Ou você resolve esse problema, ou vou encher sua cara de porrada, sua inútil!

Até porque, cara dentista, sua cara e seu conhecimento não valem nem R$ 1,99.

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Ei, Elke, me explica aqui…

quinta-feira, 13 novembro, 2008

Thaís Pacheco

Não que eu seja a mais vaidosa entre as mulheres, mas pelo menos meu rímel e meu batom andam na bolsa e eu sei o que é bom.

Não que eu seja a mais rica entre as mulheres, mas não é tão traumático assim comprar um produto de qualidade por um preço maior.

Especialmente se estamos falando cosméticos que, se usar qualquer coisa, pode ter prejuízos irreversíveis. Já ouvi falar de uma moça que usou um xampu feito com alguma merda, que ficou careca! E de uma sombra de olho vencida que corroeu uma pálpebra. Imagina?

Pois bem, uso Clinique, que vale muito, muito mais que R$ 1,99

Mas, desta vez, resolvi comprar um rímel da Elke Maravilha. Só R$ 13.

Passei, senti meus cílios secando e endurecendo. Achei que podia ser um bom sinal, assim não ia sair. Ledo engano. Passados uns 40 minutos começou a coçar. Não resisti e meti o dedão no olho pra resolver o problema. Saiu metade do rímel no meu olho. Deixei como estava.

Durante o dia, parecia que eu tinha olheiras terríveis. Era um preto só embaixo do meu olho. O rímel da Elke foi escorrendo e saindo. Lavei como pude e joguei aquela merda no lixo, porque, como vocês podem suspeitar, não vale nem R$ 1,99. quanto mais R$ 13…

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iPhone – não gaste seu rico dinheirinho com isso

domingo, 2 novembro, 2008

Quando o assunto é gadgets modernosos, é difícil achar uma pessoa neste mundo de meu deus que não fique babando por um ou outro. Belos designs, funções cada vez mais legais e, acima de tudo, campanhas de markting que fariam qualquer cristão fervoroso comprar um boneco  do capeta, hipnotizam as pessoas para o consumo dessas bugingangas.

E um dos apetrechos tecnodesejáveis mais visado dos últimos tempos é o tal do iPhone. Que beleza de telefoninho bunito da porra! Se fosse pela beleza e pelo mkt em cima do telemóvel do Sr. Steve Jobs, com certeza ele não seria assunto nesse blog. Mas existem outras coisas a serem levadas em conta.

Sairam muitas comparações entre o iPhone e os mais diversos objetos, como um chuchu, uma pedra, etc. Comparações que são engraçadas, mas servem pra ilustrar porque esse telefoninho não vale Nem R$1,99.

Encontrei essa lista de razões no blog Ossa Mãe, e transcrevo aqui porque achei a mais original:

  1. A câmera do iPhone é uma piada. Não tem flash, não tem zoom e, se o local a ser fotografado não estiver super iluminado, sai tudo bem borrado. Primeira decepção de uma extensa lista.
  2. Até você pegar o “jeito” anatômico do telefone, sua bochecha “derrubará” várias ligações. Cansei de desligar na cara de amigos sem querer e depois ligar com vergonha, me sentindo uma jeca tatu.
  3. Você tira aquela foto linda numa viagem e quer mandar pra sua mãe, via torpedo. Esqueça, amigo, o iPhone não te permite usar esse tipo de “tecnologia avançada” que é o MMS.
  4. Se você não tiver uma capinha bem resistente pro seu brinquedo, é melhor não deixar cair nem molhar. O iPhone é mais sensível que uma canceriana de TPM.
  5. Você, como eu, deve adorar as firulas de que o Flash, na internet, é capaz. Um milhão de sites legais utilizam esse recurso, só que com o iPhone você não enxerga nenhum desses sites. A versão Safari presente nele não suporta Flash. Buá.
  6. Esse é um típico aparelho feito para o primeiro mundo. Quebrou? Nem pense em abrir, levar à Santa Ifigênia… Manda pra uma autorizada Apple e reza. Se você trouxe sem nota, então, senta e chora, porque a autorizada não vai se responsabilizar por possíveis defeitos, é claro.
  7. O iPhone é altamente visado, um objeto desejado tanto pela galera da obra ali da esquina quanto por rodinhas de modernos. Então dá aquele medão de tirar da bolsa pra mudar a música no iTunes no meio da rua. Conclusão: você até esquece que comprou o telefone justamente porque ele é um iPod também.
  8. Fazer videozinho com o telefone é a coisa mais batida que tem, né? Menos se você é dono de um iPhone (não sei se o modelo novo traz vídeo, mas o meu não).
  9. Como a maioria dos celulares, o som da caixinha é sofrível. O fato de ser também um iPod não exerceu nenhuma influência positiva para melhorar esta condição.
  10. Quer se sentir com mãos pesadas como as do Dino da Silva Sauro? É só digitar mensagens longas no teclado “apertadinho” do iPhone. Faz a mais delicada das meninas sentir que tem mãos de Shrek

É lógico que muita gente descorda desse ponto de vista. Preferem que se fale mal da mãe do que do seu brinquedinho. Pobres crianças em transe.

O iPhone tá na base dos mil, mil e poucos reais por aí. Pelo mesmo preço, você pode comprar um N95 que dá de goleada no telefoninho da Apple. Qual você vai preferir?