Archive for the ‘Música’ Category

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Cult é o c******

quarta-feira, 21 janeiro, 2009

Por Luiz Augusto Reis Almeida

Se existe uma coisa que eu O-D-E-I-O é gente que se faz de inteligente, que se acha a “última bolacha do pacote” quando o assunto é cultura. Pior ainda quando esses pseudo-cults egocêntricos vem da ala musical. A última pseudo-cult que conheci foi a tal da Mallu Magalhães. (Mallu quem???). Gente, Mallu Magalhães, a menininha que tem 16 anos (ou são 17?) e que está tendo um caso com o cantor Marcelo Camelo. Situou agora? Então, essa menina é a coisa mais estranha que já vi na vida. Ela tem uma voz bacana, é realmente inteligente, mas quando se apresenta em público é quase sempre fazendo papel de “besta quadrada”.  Mallu é exatamente aquela pessoa que eu não queria trocar 20 minutos de conversa. Pior ainda é que iguais a ela existem mais um caminhão de pessoas. Esses merdas sem personalidade vivem dizendo por aí: “ahh, não gosto do programa X porque ele manipula”, ou então enche a boca para dizer “não gosto de novela porque ela dita o comportamento para a sociedade”. Pior ainda quando dizem: “o Brasil não tem cantores que me agradam”. E tem ainda os que vivem dizendo: “desliga essa TV e vai ler um livro”…

Aposto que essa tal de Mallu deve ser a coisinha mais chata dentro de uma sala de aula, em uma escola… Deve ser aquele tipo de aluno que todo professor tem birra pelo fato de achar que sabe mais que todos. É exatamente uma pessoa que não vale Nem R$1,99, mas acha que não tem preço. O que achei mais engraçado é que essa senhora, ou melhor, essa adolescente, ainda está em fase de crescimento. Imagina quando se achar mais experiente que já é?! Creeeeeeeeeedo… Avisa para Mallu que ela acabou de chegar e já quer se sentir a estrela maior de um constelação…

Veja o vídeo abaixo e comprove:

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Sobre o sertanojo

sábado, 22 novembro, 2008
Essa é uma dupla sertaneja

Essa é uma dupla sertaneja

Eu sou um cara bem maleável. Tento não ter nenhuma convicção. Sou adepto daquela célebre frase de Nietzsche que fala sobre fogueiras e opiniões.

Porém, existem os poréns. E uma coisa que na minha cabeça chega a beirar o fundamentalismo islâmico é a questão musical. Discutir música comigo, só se for pra concordar. Caso contrário eu sou o cara mais chato que pode existir.

Até me acho um pouco eclético. Meus gêneros favoritos são o Rock 60′ and 70′, indie rock, alguma coisa de nu metal, música eletrônica, MPB e várias bandas que considero boas, mas sem apreciar muito o gênero. É um rolo, mas dá pra traçar uma relação entre tudo isso aí, pelo menos na minha cabeça. Muita gente não sabe o que significa esses gêneros. Não vão atrás da música, são servidos pelo que toca na rádio. E com certeza no final desse texto vão me chamar de idiota. Pouco me importa, quero mais é que morram de sífilis.

A vantagem de se morar no Brasil é que é fácil não gostar do que toca nas rádios. Não precisamos fazer nenhum esforço pra classificar a porcaria e as jóias. 98% do que surge no país das CPIs é lixo. E o lixo do momento é o Sertanojo-Music.

Já começa errado no nome. Música sertaneja é aquela que versa sobre as coisas do sertão e da roça. Isso que

Isso é um casal de corno

Isso é um casal de corno

está na moda hoje pode ser classificado como Romântico-Pop-De-Corno-Metido-a-Caipira-Pra-Arrancar-Grana-de-Otário. É lixo.

Mas tá na moda. Foi o ritmo escolhido pra entreter o povão nos últimos tempos. É o que dá status pra se escutar no último volume dentro do Golzão geração II que o camarada comprou em 60 vezes. É o que atrai a população pra aquela festa no fim de semana. E o que tem dado audiência na rádio e TV.

O duro é ver neguinho falando que isso é música de raiz. Um cara que nunca se preocupou em questinar nada que aparece na TV ou toca na rádio. E que foi convencido que pode se sentir mais gostoso que todo mundo só porque convenceram ele que a música que ele ouve é boa.

Por isso digo em alto e bom som: A música sertaneja de modinha que está na moda não vale nem R$ 1,99. Quem canta isso, não vale nem R$ 1,99. E quem ouve, também não vale nem R$ 1,99.

Gabriel Sadoco

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Falando em emo

terça-feira, 11 novembro, 2008

Dando continuidade ao tema ‘Fresno’, venho falar sobre Di. O vocalista do NX Zero.

A primeira vez que o vi, ele era mais baixinho, mais fraquinho, o cabelo dele era menos hidratado e ele ainda andava com o Ge, ou Gee, não me lembro agora.
Eles ainda não tinham muitos fãs e ainda faziam campanha pra tocar no rádio. O chefe mandou chamar, entrevistar e colocar no ar. Assim o fiz. Ele era simpático e agradecido pela chance.

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Da segunda vez, foi no camarim. Já tinha um público maiorzinho e umas meninas esperando pra entrar. Rolava uma cervejinha mas ele ainda era simpático, já não tão grato. O Ge (ou Gee) já não aparecia mais. Era só o Di.


Da terceira vez, não era possível chegar perto. Se quisesse entrevistar, tinha que ser pelo telefone, com limite de tempo e uma semana de espera. Mas ele estava mais idiota do que da primeira vez. Me lembro de ter perguntado “roupa suja se lava em casa?” e ele respondeu: “como assim?”.

Da quarta vez, como eu já sabia que ficaria irritada, pedi pra outra pessoa fazer. Ele não atendeu. Estava muito ocupado. Mandaram o baterista. Você sabe quem é o baterista do NX Zero? …

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Agora, mais fortinho e mais alto, ele anda pagando mico porque a gravadora manda ele “gravar” com Nelly Furtado, chuta microfone de repórter na frente da câmera e a assessora dele não deixa ninguém chegar perto. Nem agendar.

Na semana passada ele confessou, durante uma coletiva, que saiu pela porta dos fundos pra evitar as fãs que gritavam, desmaiavam e quebravam coisas.

Só o que tenho a fazer é lamentar, porque o Di e o NX Zero são, apenas e tão somente, o Di e o NX Zero. Esse marketing está errado, essa assessoria está redondamente enganada e, infelizmente, a vida do NX será encerrada em, no máximo, um ano. E depois, não vai adiantar o cara querer tentar carreira solo, estará morto.

Se der muita, mas muita sorte, em 10 anos, um blockbuster nacional coloca a música deles como tema. Se der azar, em 15, ele aparece na TV engolindo pilha.

Isso, porque a fama neste mundinho cão e pop não tem motivo especial. Não é preciso nem ter talento. A fama de Di e do NX Zero não vale nem R$ 1,99.

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Fresno e Chitãozinho e Xororó: tsc, tsc, tsc…

segunda-feira, 10 novembro, 2008

fresno-e-chitaozinho-e-xororoAcredito que todo mundo já ligou um rádio de pilha. Você lembra quando seu aparelho está quase na freqüência de uma rádio, mas ainda está com certa interferência? Então, é isso que eu senti quando escutei uma “fusão” de bandas promovidas pela Coca-Cola.

Desde o ano passado a Coca-Cola vem lançando o estúdio Coca-Cola. O objetivo é misturar os ritmos e criar um estilo de música totalmente diferente e novo. Várias combinações já fizeram muito sucesso, mas este ano uma combinação ficou simplesmente um terror. A mistura foi entre os emos do Fresno e a eterna dupla sertaneja que já deve estar próxima do centenário de carreira, Chitãozinho e Xororó.

A dupla conseguiu fazer uma coisa muito estranha. Fizeram um sertanejo cheio de instrumentos, guitarra e deixaram a música “suja” e ao mesmo tempo muito melosa. Mesmo tocando em um som de qualidade a sensação não foi à melhor: realmente não valeu Nem R$1,99.

Engraçado foi que eles tentaram tocar um dos grandes sucessos de Raul Seixas, “tente outra vez”. Não sei quanto a vocês, mas essa fusão eu não quero ver novamente e não vale novas tentativas. O brasileiro pode até não desistir nunca, mas o “tente outra vez” do Fresno e Chitãozinho e Chororó não soou tão bem.

Evidências, sucesso da dupla sertaneja, foi outra música tocada por eles. Quer que eu fale então a grande evidência: a fusão entre Fresno e Chitãozinho e Xororó parece até música de Festa das Bruxas, não vale Nem R$1,99.

Abraço virtual,

Luiz Augusto Reis Almeida

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Junto e Misturado – Fuja de mim Latino!

sábado, 1 novembro, 2008

Tem muita coisa tocando na mídia hoje em dia que faz os ouvidos sangrarem. Seja essa modinha sertanoja que está rolando e já tá passando da hora, aquelas bandinhas de rock de viado com chapinha na franja que a MTV resolveu “apadrinhar”, grupos com loiras saltitantes vindo do nordeste/norte e etc.

Tudo passageiro e perfeitamente ignorável. Vem uma onda, traz um monte de lixo e vai embora. É um ciclo contínuo e cada artista tem seu tempo. Muitos somem pra nunca mais voltar. Graças a Darwin!!

Porém, existem alguns que persistem! Esperneiam pra não sair de moda. Um caso clássico que eu destaco é o Latino. Latino é o cara que eu ia ter prazer de dar uma vuadêra no meio da orêia, se o visse na rua. Ele é o supra sumo da bosta fonográfica nacional. O papa do lixo musical tupiniquim.

O cara é mais oportunista que vendedor de praia quando atende gringo. Fora o esforço pra mostrar que é mano da cumunidade tá ligado, o  cara já cantou aquelas musiquinhas melacueca (Oh baby me leeeeva!), lançou cd como Dj e fez participação em novela. Só que a última dele foi lançar um CD cheio de parcerias.

Não ouvi e não quero ouvir. Não preciso me submeter a tal tortura pra saber que ele se superou mais uma vez ao lançar esse album Junto e Misturado. Imagina o que é ele cantando com a Xô-elma do Calypso? Ou com o Bruno e Marrone? O que será que é a parceria Latino e Daddy Kall? E o mais importante: QUEM É DADDY KALL?

O pior é que tá tendo propaganda a rodo desse seu novo trabalho (seu não, dele). Já teve até participação do camarada no Casseta e Planeta, onde a cada três palavras ele falava o nome do CD. Triste.

Eu já sou capaz de apostar que vai fazer o maior sucesso. Ele acertou em cheio no gosto do povão. Fazer o que? Vai ser sucesso total naqueles churrascos de laje, com cerveja quente no copo de prásticu e vinagrete de coliformes fecais.

Junto e misturado é um CD com o qual eu não gastaria nem R$1,99. E o Latino? Bom… O Latino que não passe por mim na rua. Senão…

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Novidades do Metallica

quinta-feira, 18 setembro, 2008

A ótima banda Metallica disponibilizou pela internet a audição de seu novo disco, o Death Magnetic. Vale lembrar que o disco saiu no último dia 10.

Clique aqui e ouça o novo disco do Metallica.

Veja abaixo o clipe da nova música de trabalho do Metallica.


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Musico pode escrever seriado

quarta-feira, 17 setembro, 2008

O músico inglês Noel Gallagher, um dos líderes da banda Oasis, revelou ter recebido o convite do comediante Russell Brand para escrever um seriado.

Gallagher ainda não deu sua resposta para o assunto, mas garantiu que não vai se comprometer com outros projetos além das turnês com o Oasis.

O único contato de Gallagher com os seriados foi muito simples: cedeu a música “Half The World Away” para o tema de “The Royle Family”, sucesso na TV inglesa.

Agora, convenhamos, o que o músico sabe de seriado? É pagar para ver…