Archive for abril \29\UTC 2009

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Eterno número 2

quarta-feira, 29 abril, 2009
Choooora, fiote!

Choooora, fiote!

Todos nesta vida buscamos ser o número 1 em alguma coisa. Ser o melhor do futebol, da peteca, nas escolas, em história, biologia, entre os jogadores de alguma coisa ou até mesmo no cuspe a distância. Uma hora você tem que subir no degrau mais alto do pódio. É óbvio que tudo depende do referencial. Você pode ser o melhor jogador de truco da sua rua, e não ser nem o décimo do bairro. Enfim, em algum momento, temos que sentir o doce gosto de ser o número 1, o campeão.

 

Em compensação, alguns não têm muita vontade de ser campeão em nada. Ou até tem vontade, mas não conseguem. Um exemplo claro de quem nunca consegue ser o número 1 é o tal do Rubens Barrichello. O cara sempre foi o segundo melhor piloto de quase (o quase é porque não estou levando em conta a época de garoto) todas as equipes na qual trabalhou. E assim foi a vida inteira. E, para variar, sempre coloca a culpa em alguma coisa. Pô, isso é irritante, Rubinho!

 

Antes a culpa era da Ferrari, e não do alemão simplesmente espetacular. Agora a culpa é de quem?! Do Nelsinho Piquet?  Quando foi anunciado que ele seria companheiro de equipe de Jenson Button, na Brawn, pensei logo que ele seria o número 1 da equipe. Pelo visto até era, mas como os primeiros resultados da competição já está ficando nítido que ele será novamente o número 2 da equipe. Santa paciência, Rubinho! Ajuda aí, meu! Vê se ganha de alguém para eu escrever que você vale R$1,99. Enquanto isso,  o esportista Rubens Barrichello não vale Nem R$1,99! Fraco, mas fraco mesmo!

 

Obs.: tenho um irmão que tanto amo (o único, na verdade), que é fã do tal do Rubinho. Meu pai e eu o chamamos – em dia de corrida, de assessor de Rubens, de tanto que ele é fã.Quando ele ver que o texto é contra seu “pupilo” vai dar “pau”. É esperar…

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Opinião de quem entende

segunda-feira, 27 abril, 2009

leonardoCom apenas 12 anos e já fascinado com futebol (Já? nasci nesse estado), acompanhei a Copa do Mundo de 1994 como um torcedor de primeira qualidade. Torci muito, até quebrei um crucifixo na final, quando Márcio Santos errou o primeiro pênalti do Brasil.

Enfim, no final deu tudo certo. Assim, em 1994 comecei a admirar grande parte daquele plantel que fez muito, conquistando um título até então improvável. Dentro daquele grupo, além da dupla Bebeto e Romário, que todos bateram muita palma, tinha um “camarada” que era um show. Era não, é!

Estou falando de Leonardo, o cara da cotovelada, como muitos dizem por aí. No evento da cotovelada, que quase “matou” um jogador dos Estados Unidos, Leo assumiu a culpa e deu sua explicação na maior honestidade do mundo. Não jogou mais o mundial, mas mesmo assim fechou o evento como um campeão de caráter e personalidade.

Léo aposentou, virou dirigente do Milan, é muito respeitado, principalmente fora do país. É um dos caras mais inteligentes que o futebol já viu. Pelo visto, é louco para assumir algum cargo na seleção ou até mesmo no Flamengo.

Há alguns dias teve a coragem de “meter” a cara na televisão e dizer que os times brasileiros deveriam ser vendidos. Enquanto a mídia ainda tem medo de dizer isso, o cara assumiu sua posição e ponto final.

Fiquei pensando: vender um time de futebol?! Imagina vender o meu Flamengo? É claro que esse é o caminho. Já está mais que comprovado que os times de futebol estão como estão graças ao amadorismo dos “torcedores/dirigentes” de merda do futebol brasileiro.

Bom, mais uma vez Leonardo acertou. Grande sujeito, um profissional dentro e fora das quatro linhas. Tomara que um dia ele vire o presidente da CBF ou do Flamengo.  Vale R$1,99!

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Vá trabalhar, “maluco”!

quinta-feira, 23 abril, 2009

trabalhador2Amigo trabalhador, essa é para nós, que rala mais que “sovaco de aleijado”, vive pelo trabalho, muitas vezes não é remunerado como merece, etc, etc, etc… Treinador de futebol tem o péssimo hábito de poupar jogadores por atuar na quarta-feira e no domingo e, toda vez que faz isso, torço para perder.

O cara ganha um p**** dinheiro, só viaja em avião bacana, fica em hotéis top de linha, a alimentação é a melhor possível, tem massagista a disposição, médico, fisioterapeuta, nutricionista e não pode “trabalhar” tanto. Desculpa: somos humanos, precisamos de descanso.Ótimo! Mas pega leve…

Bom, então vamos lá… Após o lindo feito de vencer o Palmeiras na semifinal do paulistão, o bom treinador santista, Vagner Mancini, resolveu poupar seus principais jogadores contra o fraco e humilde CSA de Alagoas, pela Copa do Brasil, por estar jogando em casa e o primeiro jogo ter ficado empatado sem gols.

Se deu mal, muito mal! Bem feito! O time não se encontrou, tomou um gol no início, o goleiro do time adversário, Jeferson, fez milagre o jogo todo. Quando a “vaca” já estava no brejo, o técnico resolveu colocar alguns de seus medalhões em campo.

Bem feito! Agora o time do Santos terá que contentar com o Campeonato Paulista, que dá ingresso a nada. Enquanto a Copa do Brasil, leva o campeão a competição mais importante do continente, a Libertadores da América. Então entre com o reserva que torço para perder.Só não torço se for o meu amado Flamengo. (mas dá vontade… meu coração que não deixa). Até a seleção brasileira eu torceria contra!

É isso.. Soldado com a farda deve estar em guerra! Atitude que não vale Nem R$1,99!

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Do seriado para o cinema

quarta-feira, 22 abril, 2009

sethMesmo sendo domingão, dia que temos chance de dormir até mais tarde, “curtir” a preguiça,  quase sempre acordo cedo para fazer alguma coisa. Nada sério,me “permito “ sair do conforto e calor da minha cama, me dirigir para a sala de televisão, ligar a TV e buscar algo legal por lá. Buscar um programa na TV é uma mera formalidade, afinal de contas mais “cochilo” do que assisto os canais de série, esportes, programas ou filmes.

Como era sete e pouco da manhã, comecei a mexer no controle para encontrar um programa. Encontrei! Décimo primeiro episódio da segunda temporada de um seriado que adoro: The O.C. Já vi a série inteira, de “cabo a rabo”, mas um bom seriado nunca é pouco vê-lo novamente.

Programei o seriado na Warner e continuei a minha “saga” pelo controle e encontrei um filme, “Eu e as mulheres”, que parecia ser bem mais ou menos e, para minha surpresa, era estrelado por Adam Brody, o mesmo ator que interpreta o personagem que mais agrado do seriado The O.C., o Seth Cohen. Para ser sincero, não iria assistir, mas resolvi vê-lo por saber que o estilo do ator é sempre muito engraçado.

Gostei bastante do que vi e não pisquei os olhos. Nem um “cochilinho” de leve. Indico! O filme “Eu e as mulheres” vale R$1,99!

Até parecia que o papel de Brody seria mais um besteirol. Pelo contrário, como Carter, Brody provou o quanto é flexível e bom ator.

Bom filme, bom ator!

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Coisas que não entendo… (1º post da série)

segunda-feira, 20 abril, 2009

bomba_gasolina3Já no posto de gasolina, estava com um vale para colocar “petróleo” no meu carro.

Frentista: Quanto é seu crédito?! Perguntou o frentista, já com a bomba de gasolina em mãos.

Eu: R$67,60.

No meio da conversa, eis que surge uma pessoa que, acredito eu, seja o cara mais antigo do lugar, meio com cara de bronco, sem mal desejar uma boa tarde, muito menos um “olá”. Vou chamá-lo de “Bronco”.

“Bronco”: É R$67,58, e não R$67,60.

Meio sem jeito, fiz minhas contas para descobrir em que local esse “cabeça de bagre matemática” jornalista errou. Errei porque não fiz a conta com o valor “real” do combustível: era R$2,599, e não R$2,60, como eu fiz a conta. Sem muita paciência para conversar a respeito do valor R$2,599, que não existe em lugar algum, apenas em posto de gasolina, fui logo dizendo:

Eu: Então é isso. R$67,58. Desculpa aí, meu amigo (tentando pelo menos ser simpático e educado).

E a “cena” continuou. Meio sem entender o que estava passando, o frentista, que já estava abastecendo, parou a bomba no valor R$67,55.

Frentista: “Sr. Bronco”, é R$67,55?!

Na mesma hora pensei: R$67,58. Não falei nada para não ser “cricri”.

Como o “Bronco” não respondeu, o frentista repetiu a pergunta para mim e eu respondi de maneira taxativa.

Eu: Não, é R$67,58!

Pensei: ora bolas, se dois centavos faria a diferença para o posto de gasolina, por que não faria a diferença no meu humilde bolso?! Certo é certo, meu Sr. Tenta colocar três centavos aí que vou ficar de camarote assistindo.

Agora surge a dúvida: se não existe o R$2,599, por que ainda utilizam? Quem está legitimando essa “coisa”? E se eu chegar no posto com R$2,60 e pedir um litro de gasolina, como eles me darão o troco??? Vai entender…

 

 

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A paixão por “Três Vezes Amor”

quarta-feira, 15 abril, 2009

tres-vezes-amor-1

Por Luiz Augusto Reis Almeida

Se na segunda-feira eu errei e vi um filme fraco demais, que foi o “Confronto de Guerreiros”, na terça-feira, 14 de abril, acertei em cheio no novo filme: “Três Vezes Amor”. É mais light e sutil, mas é um tanto quanto divertido e surpreendente.

A comédia romântica narra à história de Will Hayes (Ryan Reynolds), um assessor político que, ao ser questionado pela filha, Maya, de apenas 10 anos, é “obrigado” a explicar como ele e sua mãe se uniram e agora estão em processo de separação.

Em compensação, Hayes conta a história de maneira diferente: narra seu envolvimento real com três mulheres distintas para que a filha acerte qual é a sua mãe. Dentre as três mulheres que se relacionaram com Hayes, estão à colega de faculdade Emily, a melhor amiga e confidente April, e a jornalista Summer.

Aos poucos Hayes começa a perceber que uma dessas histórias ainda não era passado e poderia representar o presente e o seu futuro. Sendo assim, Maya ajuda o pai a reconquistar seu verdadeiro amor. Quem gosta do gênero, aconselho que veja! O filme é muito interessante, bem amarrado, muito bem trabalhado e apaixonante. Vale R$1,99!

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Entre o ruim e o péssimo

terça-feira, 14 abril, 2009

filme

Por Luiz Augusto Reis Almeida

O que é mais marcante em um filme de guerra é exatamente a sua história. Na última segunda-feira, 13 de abril, cheguei em casa quase a noite e resolvi assistir um filme, o “Confronto de Guerreiros”. Imaginei logo um ótimo filme, cheio de ação e que não me daria nem sono nem cansaço ao assisti-lo. “Confronto de Guerreiros” narra à história da China, que era separada por sete nações e por diversas tribos. Uma dessas nações é a cidade-estado de Liang. A outra é comandada pelo comandante Xiang, que manda suas tropas invadirem Liang com o intuito de tomá-la. Acabou!

A partir daí é só estratégia de guerra, combate e nada mais. Um péssimo filme, com uma história muito fraquinha e no final, apenas para cumprir tabela e “amarrar” a história, surge um amor entre o estrategista e uma “tal mocinha”. Fraco! Quem tiver a chance, “não veja”! Ou então, veja e comprove você mesmo o quanto o filme, dirigido por Chi Leung “Jacob” Cheung, é ruim e sem a mínima conexão.

Recordo outros filmes do mesmo estilo, como “O Último Samurai”, foram marcantes e conseguiram passar uma história convincente e coerente, fatores que, em o “Confronto de Guerreiros” não aconteceu. Logo o filme foi de dar sono. Em condições normais, um bom filme não dá sono. Você fica tão ligado a ele, que mal consegue piscar. Já o “Confronto de Guerreiros” foi o contrário. O filme é mais que ruim, mas não é péssimo. Está entre ruim e péssimo. Na verdade esse filme não vale nem R$1,99!