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Tipos de pessoas que não valem nem R$1,99 no ambiente de trabalho

sábado, 6 dezembro, 2008

Gabriel Sadoco

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Num ambiente profissional, podemos facilmente encontrar pessoas de companhia agradável, boas para te  acompanhar naquele chopp depois do horário e tals. Se tiver sorte, pode te achar àqueles a quem você vai chamar de grande amigo. E uns e outros até são contemplados e encontram um par amoroso dentro da empresa.

Porém, não só de gente agradável são formados os quadros de funcionários das empresas. Provavelmente todo mundo já encontrou aquela pessoa, que por motivos diversos, afasta de perto de si a maioria dos colegas.

Para que você possa identificar onde “aquele chato do departamento ‘tal’” se encontra, segue uma breve lista que tem a pretensão de catalogar a maioria dos chatos do ambiente de trabalho. Quem sabe até você não consiga perceber alguns traços dessas personalidades em você mesmo.

Workaholic – Está o tempo todo trabalhando ou falando de trabalho! No café, ao almoço, no elevador, no telefone, em casa, no bar, no velório, debaixo dágua, etc. Não importa onde e com quem for, parece que não conhece outro assunto que não seja profissional. Apesar de ser o que todos têm em comum, este é geralmente o tema mais detestado para conversas. Não é de se admirar, então, que o workaholic tenha sérias dificuldades em estabelecer boas relações entre colegas.

Sabichão – Tem sempre alguma coisa a dizer em relação a todos os assuntos. Já fez, já conhece, já experimentou… Tem sempre uma opinião formada e algo a ensinar sobre tudo o que se fala. A maioria das pessoas vê esta atitude de “sabe-tudo” como arrogância e snobismo, e prefere manter a distância.

Falatório – Existem pessoas comunicativas e existem pessoas que falam pelos cotovelos! Claro que todos gostam de trocar dois dedos de proza durante o dia, mas um “falatório” consegue ficar uma hora em monólogo e, muitas vezes, sobre temas que não interessam a mais ninguém.

Bajulador – É o puxa-saco, o lambe-botas, o leiteiro. É aquele que está sempre do lado do chefe, admirando cada comentário e rindo-se de todas as piadas. Facilmente, se torna uma Persona non grata entre todos os que o rodeiam.

Bicho do mato – É aquele tipo de pessoas com um nível de timidez tal que muitas vezes é confundida com antipatia. Normalmente, ao refugiarem-se no silêncio e isolamento, estas pessoas criam uma barreira no contato com os outros que dificilmente se consegue ultrapassar.

Egocêntrico – À primeira vista, o seu carisma impressiona e atrai os outros. Mas o fato de dar muita importância a si próprio e de agir só em função dos seus interesses acaba por afastar os colegas.

Melindroso – Hipersensível e hipersentimental, esse provável canceriano não aceita brincadeiras e sempre encontra algo a mais nas coisas que as pessoas lhe dizem.

Zé Graça – É o palhaço da empresa. Os colegas até começam por achar graça às suas brincadeiras, mas depressa se cansam da sua insistência e falta de noção. Muitas vezes a admiração dos colegas se transforma em ódio, tamanha a sua falta de limites.

Interesseiro – Sempre quer algo em troca. Cuidado! Ao identificar um desses, fique longe.

Ácido – Tem um sentido de humor corrosivo e gosta de fazer comentários “mauzinhos. Tem sempre uma resposta pra tudo na ponta da língua e não mede a potência dos disparos que saem da sua boca.

Fofoqueiro – Quer saber tudo da vida de todo mundo e faz questão de comentar e meter-se na vida alheia. Não se preocupa com quem é o assunto ou pra quem ele está falando. A razão da sua existência inútil é distribuir e coletar notícias sobre todos.

Controlador – Sabe o horário de entrada, saída, férias e faltas de todos, e está sempre atento a uma falha ou um passo em falso de algum colega.

E vocês? Fazem parte de que grupo? Esses tipos aí de cima não valem nem R$ 1,99!!

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2 comentários

  1. Bom dia!!!

    Estou com um problema com uma prestadora de serviços na minha empresa, que aliás estava na geladeira por ser demasiado incoveniente. Ela é a melhor em tudo, ela pergunta tudo e ela comenta tudo o que vê, e o pior, não ve limites e se acha da casa, que tem essa intimidade, ela termina o trabalho, se esquee de ir embora e acha que o ouvido alheio é privada e o tempo é ilimtado pra ficar ouvindo fofocas do meio, entre outras futilidades, o que eu faço a essa altura do campeonato?


  2. Sinceramente, não sei… Seria demasiadamente precose dizer alguma coisa…rs! Volte sempre!



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