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Palavra do especialista: Só faltou o Rubinho

segunda-feira, 21 julho, 2008

Então, amigo leitor, sempre gostei muito de fórmula 1, mas dentro da minha própria família tenho um irmão que sabe tudo do assunto. Tirando que ele torce e ainda acredita em Rubens Barrichello, ele sabe discutir muito sobre do assunto. Até entendo que ele seja fã do Rubinho, inclusive eu comento que ele só pode ser o assessor do tal brasileiro que ainda insiste em correr pela fórmula 1, mas… Bom, deixa a “lengalenga” para lá e vamos ao que interessa.

Em respeito a você, amigo leitor, o meu irmão, Alexandre, é o novo colunista do meu blog. A partir de agora ele irá falar sobre automobilismo e, sendo assim, criei uma coluna especial para ele. Trata-se da “Palavra do Especialista”. Vale lembrar que ele não é jornalista, heim?! Ele é um administrador que ama automobilismo. Para começar ele escreveu sobre o GP da Alemanha. Confira:

Dois brasileiros deixam suas marcas na Alemanha
Por Alexandre Henrique Reis Almeida

A GP da Alemanha foi sem emoção nenhuma até o acidente do alemão Timo Glock que, apesar de não ter sofrido nenhuma lesão grave, sem querer colocou um tempero na corrida. Antes deste tempero tínhamos Lewis Hamilton em primeiro, seguido por Massa e Kovalainen, sendo que ambos já haviam feito o seu primeiro pit stop e encaminhavam para a segunda parada da mesma forma e sem alterar suas posições.

A corrida estava teoricamente decididas a favor de Hamilton, que só não liderou de ponta a ponta por conta de um erro tático da McLaren. Em compensação Hamilton tinha o melhor carro da corrida e foi muito bem, conquistando duas vagas- sobre Massa e sobre Nelsinho, até chegar ao topo do pódio. Haja vista que o Heikki Kovalainen companheiro de equipe de Hamilton encostou o carro para ele passar quando eles estavam em terceiro e quarto respectivamente.

Massa foi do jeito que dava e ganhou o que dava, foi médio, faltou o espetáculo, talvez por conta do não desenvolvimento do carro que não é mais o favorito ao título. Tentou de tudo o que pode, em seu 1° pit trocando os pneus duros por moles pra correr no 2° stint e tentar tirar a supremacia de Lewis, não adiantou. No fim da corrida começou a ter problemas com freios que tiraram de vez a possibilidade de brigar com o Hamilton. Ele não conseguia nem sequer aproximar de Nelsinho.

Já o brasileiro Rubinho Barrichello estava bem devido sua tática (salvo sempre as limitações de seu carro), faria somente um pit e já havia até feito, seguia bem na corrida, atacando e seguindo para uma boa posição segundo o que seu carro lhe proporcionara. Havia acabado de aplicar um “X” em seu companheiro Jenson Button no retorno de seu pit e vinha pra cima do “lambão” David Coulthard, o cara que está atrapalhando a todos nas corridas. Não foi diferente, o Rubinho atacou por dentro em uma tomada de duas curvas sendo a primeira à esquerda e em seguida a direita, e o David não tomou conhecimento de que estava sendo atacado e fechou a porta, porta-malas e tudo que ele não tinha direito e ainda assim o fez. Eles não chegaram à segunda perna desta tomada, David bateu em Rubinho causando assim a quebra do bico da Honda do brasileiro até ele abandonar.

Destaque para a sorte de Nelsinho que parou no momento exato em que Glock mudava a história desta corrida. Nelsinho vinha bem na prova dentro de suas limitações e faria somente um pit, a exemplo de Rubinho. Mas após entrada do Safety Car, ele chegou a liderar a corrida, chegou a abrir tempo em cima de Massa e sua fraca Ferrari. Estava colocando tempo em cima do até então líder do campeonato. Não agüentou Hamilton e terminou em segundo para alegria de seu pai e de todos os brasileiros. Foi bom ter visto o mundo criticado o brasileiro e vê-lo dar a volta por cima. E que volta! Neldinho terminou à frente de Alonso (este terminou em 11°) que rodou, perdeu posições em pista e tudo mais.

Resumindo, corrida meio emocionante com resultado bom para Brasil, mas não em particular para Massa e Rubens.

Massa largou em 2° lugar e chegou em 3°. Nelson largou em 17° e chegou em 2° (com ajuda da sorte e de seu talento) e Rubinho largou em 18° e nesta posição ficou após ter sido tirado da corrida.

Detalhe: desde 1991 na Bélgica não tínhamos dois brasileiros no pódio, foi bom rever isso. Nesta época Senna foi o 1° e Piquet (pai) em 3°.

Sorte está se mostrando um ingrediente muito forte nas últimas temporadas pós aposentadoria do Schumi. Massa não a teve sorte nas duas últimas provas. Na última, Rubens teve e ficou brilhantemente em 3° e a bola da vez desta corrida foi o Nelson. Claro que sem habilidade e talento, essa sorte não serviria de nada.

Então é isso, sorte para nossos brasileiros que são muito competentes e não me deixa dúvida que Massa será o campeão desta temporada, porque Lewis é piloto de simulador, não agüenta pressão.

O campeonato está com Lewis em 1° com 58 pontos, Massa em 2° com 54 e Raikkonen com 51 em 3°.

Força Brasil, nos faça encher de orgulho de novo.

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2 comentários

  1. Obrigado pelo espaço indicado como “Palavra de especialista”, nem sou tão bom assim…Rsss

    Mas obrigado mesmo de verdade.

    Você é fera, meu irmão, amigo, parceiro… Te adoro!


  2. ops, só hoje li isso… valeu pelo fera, irmão, amigo e parceiro. tb te adoro



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